Aprender inglês com música: técnicas para você dominar o idioma

Uma pergunta comum que vai passar pela cabeça de quem estiver lendo este texto é: aprender inglês com música é possível?

E nós afirmamos veementemente que sim, com certeza!

Aprender um idioma deixou de ser um grande diferencial no currículo para se tornar algo praticamente obrigatório, não só para a vida profissional, mas, também para o âmbito do lazer e da vida pessoal.

Isso porque, o processo de globalização criou pontes que diminuíram a distância entre povos e países, e o cimento dessa conexão é, de um lado, a tecnologia da informação, e de outro, o inglês, que é o idioma universal que sedimenta o caminho desta junção.

Apesar de ter se tornado uma realidade inevitável, muitas pessoas, se não a maioria delas aqui no Brasil, não consegue aprender inglês, seja por falta de iniciativa, ou por não conseguir se adaptar aos métodos propostos pelas diversas escolas de inglês espalhadas pelo país.

Uma estratégia útil nesse sentido está em aprender inglês com música.

Considerando que, a maior parte das músicas que fazem sucesso no Brasil e no mundo são cantadas em inglês, este é um excelente material, farto e gratuito para quem quer aprender inglês de forma divertida e sem muito esforço.

Aprender inglês com música é possível?

ingles inglaterra

Todo aprendizado ou aquisição cognitiva é um processo que envolve estímulos e também absorção cognitiva.

Nesse caso, o fator emoção é um poderoso agente de modulação no processo de aprendizado, quanto mais positivas forem as emoções que estiverem presentes no processo, mais facilmente o individuo irá aprender.

Por conta disso, aprender inglês com música é sim possível.

Uma estratégia óbvia reside em separar as músicas que você mais gosta. Monte uma playlist com os sucessos que mais te embalam, quanto mais você gostar da música, mais fácil será assimilar seu conteúdo e mais útil ela será no aprendizado.

Claro que para aprender inglês com música é preciso fazer disso uma rotina. Ou seja, distribua durante suas atividades do dia momentos para que você se dedique a escutar suas músicas prediletas, buscando interpretá-las e também cantá-las, afinal, parte do aprendizado da linguagem reside na constante tentativa de dicção quanto aos termos em inglês.

Aproveite aqueles momentos no carro em que você está preso no congestionamento para buscar aprender inglês com música, ou mesmo em casa durante a faxina ou ainda no banho.

Aprender inglês com músicas no Youtube

ingles inglaterra viagem

A tecnologia certamente é o maior amigo de quem busca aprender inglês com música.

Uma ferramenta obrigatória nesse sentido é o Youtube, a maior rede social de compartilhamento de vídeos do mundo dispõe de um repertório praticamente infinito de musicas em inglês que podem ser apreciadas por quem busca aprender inglês com música.

Muitos vídeos tem função semelhante a de um karaokê e oferecem um acompanhamento escrito com a letra da música, nesse caso, é muito mais fácil acompanhar sua canção predileta, é só ficar atento ao movimento do vídeo e soltar a voz.

Além disso, é possível encontrar na plataforma uma série de vídeos de pessoas que ministram cursos em inglês e ou que oferecem dicas valiosas sobre o aprendizado da língua inglesa e até estratégias de como aprender inglês com música.

O Youtube para muita gente é mais do que uma ferramenta, é um acessório para o aprendizado do idioma, e muitas vezes a principal forma de aprender inglês com música.

As razões para isso residem na comodidade, afinal, o Youtube pode ser acessado de qualquer lugar do mundo, além disso, o custo, gratuito, muito inferior a qualquer escola de inglês no mundo.

Além disso, é possível dizer que hoje o Youtube é mais que uma ferramenta para aprender inglês com música, é um portal onde é possível adquirir todo tipo de conhecimento e também compartilhar diversos tipos de experiências.

Aprender inglês com músicas em aplicativo

Como já dito, a tecnologia é o maior aliado de quem quer aprender inglês com música, nesse caso, é válido destacar o papel dos aplicativos de celular, que vem nos últimos tempos promovendo uma verdadeira revolução na forma com que as pessoas buscam aprender inglês aqui no Brasil (e no resto do mundo).

Uma ferramenta que merece bastante destaque é o Sing! Que compõe a comunidade musical da Smule, lançada inicialmente em 2012.

Em 2017 o Smule começou a oferecer duetos oficiais da Disney.

Nessa plataforma, é divertido aprender inglês com música, pois, os usuários podem escolher uma música e cantam ela solo ou em dueto, ou ainda, em uma apresentação grupal.

Além disso, o grande diferencial nesta forma de aprender inglês com música reside no fato de que os usuários podem ativar a função gravação em vídeo, para rever o desempenho ou compartilhar com outros, e ainda, se for uma pessoa tímida, pode ativar a opção “privado” para que os demais usuários não tenham acesso ao vídeo.

O repertório disponível na plataforma é incrivelmente amplo, vai desde as batidas indistinguíveis de Snoop Dogg, a voz inesquecível de Rebecca Black.

O Smule é mais do que uma forma de aprender inglês com música, é a oportunidade de fazer parte de uma comunidade global de cantores (profissionais, amadores).

O Smule convida a todos para o encantamento que pode ser promovido por uma festa global do Karaokê, fazendo da tela de cada computador uma janela para um palco único e divertido onde é possível aprender inglês com música, ao mesmo tempo em que se diverte e faz amigos.

Aprender inglês com músicas no Vagalume

Quem nunca acessou o site do Vagalume em busca daquela letra de música da sua canção predileta?

Se sua resposta é sim, saiba que sem querer você já está buscando formas de aprender inglês com música.

Usando o Vagalume para ter aceso as letras de música, é possível, ao ouvir as canções e acompanhar no texto a gramática. Isso, por um lado torna mais assertivo a compreensão do que é escutado, onde a leitura complementa a capacidade de ouvir, ou seja, oferece uma confirmação sobre o que está sendo dito.

Além disso, é uma forma excelente de ampliar radicalmente o vocabulário, aprendendo termos, expressões e também adquirindo um maior conhecimento quanto ao contexto em que tais recursos lingüísticos são aplicados.

É importante notar que o Vagalume também é uma plataforma gratuita o que faz desta uma forma extremamente econômica de aprender inglês com música.

A plataforma abriga um repertório muito amplo de letras de músicas de todos os estilos, e certamente, você vai encontrar aquela letra, daquela canção que mais te embala, e depois disso, ficará muito mais fácil aprender inglês com música.

Tongue twisters do inglês: aceite o desafio

Tongue Twisters trata-se de um jogo verbal que consiste em dizer, com perfeição e rapidez, versos ou frases que contenha um número grande de sílabas difíceis de pronunciar, ou de sílabas formadas com os mesmos sons, mas em ordem diferente.

Os Tongue Twisters são originários da cultura popular, como as parlendas que são as rimas infantis.

Os desafios do Tongue Twisters podem ser sob a forma de prosa, versos ou frases.

Os Tongue Twisters é um ótimo exercício para a galera praticar a pronúncia das palavras sem tropeços.

Como você sabe, de acordo com o dicionário, palavra twister é um substantivo e significa trapaceiro, vigarista, intrigante, mentiroso, pessoa/máquina que torce ou situação embaraçosa.

Em inglês americano, twister também significa ciclone, furacão, tornado ou tufão.

Observe alguns exemplos:

  • The twister destroyed homes and buildings.
  • Twister! You distort things.

 

O que você encontrará neste post:

 10 exemplos de Tongue Twisters

Agora, venha participar deste desafio.

Reúna com seus colegas e amigos ou até mesmo sozinho, você vai aprender e rir ao mesmo tempo.

  1. No primeiro desafio, a repetição das mesmas palavras iniciadas com P dificulta a fala
    Peter Piper picked a peck of pickled peppers. A peck of pickled peppers Peter Piper picked. If Peter Piper picked a peck of pickled peppers, Where’s the peck of pickled peppers Peter Piper picked?
  2. Pronunciar corretamente a série de palavras iniciadas com a consoante S é o desafio em
    I saw Susie sitting in a shoe shine shop. Where she sits she shines, and where she shines she sits.
  3. Boa sorte ao falar a frase com repetições da palavra “wish”
    I wish to wish the wish you wish to wish, but if you wish the wish the witch wishes, I won’t wish the wish you wish to wish.
  4. As palavras homófonas (que têm a mesma pronúncia) “one” e “won” tornam a seguinte frase difícil
    One-one was a race horse. Two-two was one too. One-one won one race. Two-two won one too.
  5. Falar sucessivamente palavras com as consoantes M, N e G pode ser mais difícil do que parece
    Imagine an imaginary menagerie manager? Imagining managing an imaginary menagerie.
  6. Repetição de palavras que começam com B também é desafiador
    A big black bug bit a big black dog on his big black nose!
  7. Outra série de palavras iniciadas em S
    She sells sea shells down by the seashore
  8. Palavras que têm ênfase no som da vogal “O”
    How many cookies could a good cook cook If a good cook could cook cookies? A good cook could cook as much cookies as a good cook who could cook cookies.
  9. Mais uma vez, o desafio vem de palavras iniciadas com S
    She saw Sherif’s shoes on the sofa. But was she so sure she saw Sherif’s shoes on the sofa?
  10. Falantes de português têm dificuldades para pronunciar o “th” presente no inglês
    He threw three balls.

Então, você gostou do desafio?

Qual foi o trava-línguas que mais gostou e qual achou mais difícil?

Deixe seus comentários aqui. Nós vamos adorar!

Mochilão pela América do Sul: dicas infalíveis

Ter o prazer de fazer um mochilão na América Latina é, certamente, uma das experiências mais felizes e enriquecedoras do mundo.

Mas, o que é “fazer um mochilão”?

É uma prática que se iniciou lá pelos idos dos anos de 1960.

A vontade de sair por aí, “sem lenço e sem documento” ou “sem destino”.

É se lançar numa aventura, é ter um ideal de liberdade.

Quando se pensa em fazer um mochilão, não existe um trajeto nem destino certos. O que importa é conhecer muitos lugares, sem luxo e conforto, apenas com uma mochila nas costas para não perder tempo em hotéis nem com acúmulo de bagagem. O que importa de verdade é a viagem.

Com esse estilo, você, mochileiro, pode ficar em dúvida, a pensar em quantos lugares lindos tem a América Latina  e que estão aí nesse mundo para conhecer, entre eles a Cordilheira dos Andes, ao longo da costa ocidental do América do Sul, a Ilha de Páscoa ou Deserto do Atacama, no Chile, a região da Patagônia, Cusco ou Machu Picchu, no Peru ou a exuberante Cartagena das Índias, na Colômbia e muito mais lugares lindos que não cabem neste post.

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Mas, vamos lá. Apesar da liberdade que se tem ao fazer esse tipo de viagem, criar um pequeno roteiro é fundamental.

Documentos

Para nós, brasileiros, é necessário passaporte e comprovante internacional de vacinação contra a febre amarela.

Permanência

Varia por país. Por exemplo, na Bolívia é seis meses, no Chile, só libera 90 dias.

Moeda local

Conheça qual é a moeda de cada e sempre use a moeda local.

Dinheiro

Evite perdas e roubos. Guarde-o sempre em local adequado e seguro, evitando assim eventuais roubos. Deixe a mão apenas a quantia suficiente para o gasto do dia.

Para onde irei e de onde voltarei?

Geralmente, os mochileiros chegam pelo Chile e saem pelo Peru, ou vice-versa. Mas antes, pesquise os preços e horários e veja o que vale a pena.

Destino

Escolha previamente os lugares que quer conhecer, faça rotas, locais para alojamento e descanso. Seja prevenido, faça um pequeno roteiro, faça reservas com antecedência, calcule bem os dias em cada lugar ou país. Acredite: mesmo assim, você terá imprevistos.

Comunicação

Não acredite no portunhol. Visitar um país é também respeitar seus costumes, sua cultura, sua língua. Por isso, aprenda o Espanhol. Assim você aproveitará muito mais sua viagem.

Em que época eu vou?

Vai depender do que você quer de cada país. Por exemplo, se é esquiar no Chile, a estação de inverno se estende mais ou menos de 21 de junho a 23 de setembro. Para Cusco o ideal é abril, maio, junho, setembro e outubro. Aproveitar a lindas praias de Cartagena é no verão, de dezembro a abril. Então pesquise para saber se você quer aproveitar o sol ou a neve.

Economia

Uma viagem assim é sinônimo de economia, mas, não economize na mochila; ela tem de ser bem forte e resistente.

Caminhada

O mochileiro caminha muito, por isso, tenha sempre com você uma garrafa de água.

 

Depois de todas essas dicas, resta apenas você se preparar e buen viaje!

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Guia prático: saiba como se tornar au pair

O programa Au Pair é uma maneira acessível de viver, trabalhar e estudar no exterior. Au pair é uma expressão da língua francesa que significa “ao par” ou “igual” e tem sua origem na ideia de paridade econômica entre serviços trocados.

Quais são suas funções?

O programa au pair é o intercâmbio mais barato de todos. Ao participar do programa a au pair, você

  • ganha salário e recebe casa e comida;
  • nos Estados Unidos, trabalha até 45 horas semanais, com um dia e meio de folga semanal e quinze dias de férias remuneradas;
  • após um ano no país, pode ficar mais um mês no país para viajar, estudar;
  • recebe uma bolsa de US$ 500 dólares da família;

Em contrapartida, você deve ter como responsabilidades

  • preparar de refeições e os lanches das crianças;
  • ajudar as crianças a se vestir e a se preparar para o dia;
  • levar e buscar as crianças na escola e nas atividades extracurriculares diárias;
  • brincar e entreter as crianças com jogos e brincadeiras;
  • lavar, dobrar, guardar e cuidar das roupas das crianças.
  • auxiliar as crianças na lição de casa.
  • arrumar e manter o quarto das crianças limpo e arrumado.
  • auxiliar as crianças a se preparar para dormir.

Não é preciso que você

cozinhe para toda a família;

  • limpe outras partes da casa que não sejam o quarto das crianças ou o seu próprio; . fazer serviço de jardinagem;
  • cuide, dar banho ou passear com animais de estimação; e
  • não realize qualquer atividade que não seja , exclusivamente, relacionada às crianças.

Quais são os requisitos para se tornar um au pair?

Para que você seja um au pair são necessários alguns pré-requisitos, como:

  • inglês fluente. você já sair do Brasil tendo domínio do idioma para conseguir se comunicar bem, principalmente, com sua host Family;
  • possuir carteira de habilitação – CNH;
  • ter ensino médio completo;
  • ter experiência comprovada com o cuidado de crianças;
  • ser mulher e ter entre 18 e 26 anos – na Alemanha, o limite de idade é de 24 anos e, na França, de 27;
  • ser solteira e sem filhos;
  • ter disponibilidade de tempo para realizar o programa – mínimo 12 meses;

Como é o processo para se tornar au pair?

Como todo intercâmbio cultural, há o lado da família anfitriã e o seu lado como au pair. Cada lado com nacionalidades diferentes.

O processo se inicia com

  • a busca pela família anfitriã;
  • organização para a viagem como visto, seguro saúde, conta bancária etc.;
  • assinatura de um contrato, a fim de assegurar uma boa cooperação entre família e au pair;
  • preenchimento de seu application on-line.

Depois da aprovação, a documentação

  • acordo e agreement;
  • cópia da CNH Válida;
  • permissão internacional para dirigir – PID – até o embarque;
  • cópia do certificado de conclusão do Ensino Médio;
  • atestado de antecedentes criminais;
  • teste disc (de personalidade);
  • cópia do passaporte ou cópia do protocolo com data de agendamento;
  • PHE Physician Health Evaluation – Relatório Médico + teste de tuberculose (PPD);
  • referências com crianças e pessoais (mínimo 3 referências não familiares preenchidas e assinadas).

E agora, sente pronta e segura para fazer o seu intercâmbio?

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Guia sobre a Cultura Francesa [Atualizado]

O professor e crítico literário Antonio Candido em cujo texto O francês instrumento de desenvolvimento, publicado em 1977, mostra como foi aqui no Brasil o percurso do francês como língua universal em fins do século XVIII e ao longo do século XIX.

O autor diz que “graças ao francês que pudemos ver o mundo, que adquirimos o senso da História, que lemos os clássicos de todos os países, inclusive gregos e romanos”.

E acrescenta que o contato com a língua e a cultura francesa nos permitiu adquirir maior humanidade nas questões sociais, uma vez que não apenas a elite dominadora delas se alimentava, mas também as classes dominadas buscavam sua inspiração nos ideais revolucionários franceses.

A influência francesa era tão grande que o hino nacional francês, no início do século XX, era executado em manifestações políticas, em comícios, em reuniões operárias.

Em decorrência, torna-se obrigatório o ensino da língua francesa na escola secundária, e as bibliotecas particulares e públicas eram repletas de obras em francês.

A influência da cultura francesa se deu não somente na literatura, nos costumes, nos perfumes, nas maneiras de vestir, falar, decorar a casa, mas especialmente, na culinária.

A França é tradicionalmente o país da gastronomia que se esmera no bom gosto e na destreza no preparo das refeições.

A influência da culinária francesa ocorre no Brasil quando a família real chegou ao Brasil, em 1808, fugindo, por incrível que pareça, das tropas francesas.

Com a abertura dos portos e a lei de incentivo à imigração, muitos estrangeiros padeiros e cozinheiros franceses vieram para o Brasil e passaram a difundir a culinária, de maneira que o bachamel, a mostarda, os mousses e omeletes entraram para o cardápio, da mesma forma as expressões francesas como chef, maître e garçon.

Foram os franceses aqui residentes que criaram as confeitarias que vendia rissoles e creme de chantilly e as padarias que vendia baguetes, croissants e brioches.

Aos poucos os suflês, os patês e os crepes adentraram facilmente na mesa brasileira, e nas recepções suntuosas das ricas residências brasileiras, os garçons que serviam canapés vestiam-se como se estivessem em Paris.

Da mesma forma, o vinho passou também a ser servido, sendo sempre observados a coloração, o bouquet e a densidade.

Já a disseminação de restaurantes franceses, no final do século XIX e início do XX, contribuiu para divulgar a cultura gastronômica francesa em terras brasileiras.

Em 1935 o restaurante Freddy é inaugurado em São Paulo, em 1954, é fundado pelo casal Roger e Fortunée Henry o primeiro bistrô genuinamente francês, La Casserole em cujo cardápio continha pratos clássicos da gastronomia francesa, como gigot d’agneau, rognons au Beaujolais, entre outros.

No livro Cartas A Um Jovem Chef, de Laurent Suaudeau, por meio de perguntas e respostas, Laurent divide seu conhecimento, discute e explica a profissão de chef, dando informações aos interessados na gastronomia.

É sem dúvida, que a gastronomia francesa é caracterizada pelo sabor sofisticado e técnica requintada e provençal.

É a culinária mais elegante, clássica, sofisticada e refinada do mundo.

La santé!

6 curiosidades peculiares da cultura francesa

parisA França é um belo país, riquíssimo culturalmente e, tal como toda a cultura, possui suas peculiaridades e unicidades, sendo, portanto, bela como um todo. Entretanto, aos olhos de outros países, podem parecer estranhos alguns hábitos, costumes ou até mesmo leis.

O que não é incomum, afinal, todo mundo acha o outro um pouco estranho.

A beleza das diferenças é o que torna o mundo um lugar tão lindo pela vastidão de culturas diferentes. Cada um com sua peculiaridade, e a França não é diferente.

Como no Brasil temos o hábito de escovar os dentes depois do almoço em escritórios, aeroportos e restaurantes – o que os europeus consideram bastante incomum –, os franceses também possuem suas próprias peculiaridades culturais.

Assim, confira 15 curiosidades intrigantes, geniais e belas da cultura francesa.

Vai do leitor avaliar o que considera ou não estranho, afinal, é tudo questão de ponto de vista, não é mesmo?

  • Os franceses são os maiores produtores de vinho

Enganou-se quem pensou em Itália. Mas são eles, os franceses, os maiores produtores do mundo no quesito.

  • Os franceses têm o costume de tomar banho todos os dias, sim

Isso não é regalia apenas dos brasileiros.

Entretanto, eles não possuem o hábito de utilizar desodorante. E nem se incomodam com o cheiro do suor (afinal, é corpo humano, né?).

  • Os franceses possuem uma alimentação bastante saudável, abusando bastante de saladas na dieta

Apesar de que a saladinha compensa, fazendo dos franceses um povo quase zerado no quesito obesidade.

Porém, não escovam os dentes após as refeições como nós, brasileiros, fazemos. Além disso. é um hábito, que pode ser um pouco incomum para os brasileiros, é que os franceses dividem a escova de dente.

E por isso, é comum, aos 40 anos, os franceses apresentarem problemas dentários graves.

  • Diferentemente do calor do brasileiro, os franceses são mais frios e não costumam demonstrar afeto ou abraçar

Apesar disso, é comum os franceses se cumprimentarem e se despedirem com dois beijinhos na bochecha.

  • Uma curiosidade peculiar é que as piadas contadas por franceses geralmente têm belgas sendo os principais alvos.

Exemplo de piada:

Os belgas dizem que, “para um francês cometer suicídio, tem de apontar a arma 15 centímetros acima da cabeça”.

  • A máquina de lavar deles geralmente é colocada no banheiro

E eles possuem dois banheiros: um para o vaso e outro para o chuveiro.

  • E, por fim, se um homem sai duas vezes com uma mulher, eles já são considerados namorados

Pode parecer incomum os fatos também de porcos não poderem se chamar Napoleão ou de não existirem pães franceses (o cacetinho, no ‘gauchês’) nas padarias francesas. Porém, o que não se pode negar é que é uma cultura que dá vontade de entrar de cabeça e conhecer o máximo que for permitido.

A história da língua francesa

Apesar de não ser a língua mais falada do mundo, o francês é um idioma presente na vida de habitantes de 47 países em 5 continentes, somando um total de 247 milhões de pessoas falantes nativas.

Além da França, também é língua oficial da Suíça, Bélgica, África norte-ocidental, Guiana Francesa, Haiti, Madagascar, Indochina e parte do Canadá.

As origens da língua francesa

Os gauleses, um povo celta, foram os primeiros a habitarem as terras da França e abandonaram a sua língua de origem assim que Júlia César conquistou o território, adotando o latim popular. Por volta do século VII, as invasões dos povos bárbaros de origem alemã e a adoção de palavras gregas deram origem a um latim modificado.

Com o tempo, a língua já era aceita por grande parte do território hoje conhecido como França, e já era falada por todas as classes sociais, incluindo a nobreza. Com essas modificações cada vez mais recorrentes, devido à mistura de línguas, o francês começava a tomar sua forma.

Em meados do século VI, as modificações já feitas foram traduzidas para o francês antigo, na época chamado romance, e exatamente no século VIII, foi solicitado à igreja, por Carlomagno, o uso da língua local.

Evolução da língua francesa

Duas línguas surgiram durante a Idade Média chamadas langue d’oïl, localizada ao norte do rio Loire, e langue d’oc, exatamente ao sul. A partir de cada uma, vários dialetos tiveram sua origem. Aqueles que surgiram a partir da langue d’oïl eram chamados de  Île-de-France, frâncico, borgonhês e pictavino (Poitou).

Já a langue d’oc, ao sul originou o auvernês, languedociano, bearnês e lemosino, e a língua também foi chamada de provençal, usada por trovadores e poetas da época. Com toda essa evolução, surgiu então o francês moderno, derivado do dialeto Île-de-France.

O francês hoje

A França tornou-se o país mais visitado do mundo, e sua capital, Paris, recebe milhares de turistas durante o ano todo. Surgiu então, o interesse de se aprender francês. O idioma é o terceiro mais ensinado no mundo, ficando atrás somente do inglês e espanhol.

Para aqueles que gostam de viajar, uma boa fluência pode ser muito útil para uma comunicação melhor no mundo todo. Pois certamente, fora do Brasil, você encontrará muitas pessoas que não falam inglês nem espanhol, mas falam o francês por ser sua língua nativa, ou segunda língua.

Antigamente, no ensino brasileiro, a língua francesa era obrigatória e fazia parte de todas as grades curriculares, se tornando uma disciplina ensinada entre a 1ª e 4ª série. Com o passar dos anos, foi substituída pelo inglês.

Ao todo, no mundo inteiro, a língua é falada por aproximadamente 500 milhões de pessoas. Por ser um país com grande influência gastronômica, cultural, artística, tecnológica e educacional, o idioma entrou para as línguas oficiais da ONU, Olimpíadas e UNESCO.

Além da inclusão social, o francês também tem grande importância no mercado de trabalho, possibilitando acesso ao Canadá, países da África, entre outros.

Dessa forma, podemos ver que a língua tem grande influência mundialmente, tanto nos tempos passados, como nos tempos modernos.

Francês para gastronomia

Falar que a gastronomia francesa é uma das melhores do mundo é simplesmente indiscutível.

Por isso, torna-se inevitável nos lembrar das relíquias alimentares da França que fazem dela a melhor cozinha do mundo. Veja bem, um país que consegue codificar 297 formas de preparar o ovo, com mais de 125 tipos de omelete, faz a história da gastronomia, não é mesmo?

Mas, vamos lá. A origem da cozinha francesa está na Idade Média. Época em que o alimento se baseava nos cereais, assim, o pão torna-se o alimento principal, consumido na ceia, junto ao vinho.

A História das Mentalidades nos informa que o hábito de comer deitado, como os romanos, é substituído pelo hábito de comer sentado, não somente pela mudança de costumes e época, mas para outra cultura, como a França medieval, que priorizava o corte das carnes.

A gastronomia francesa já era referência na Renascença, quando é impresso Le Viandier, primeiro livro de culinária francesa, cuja influência medieval é muito forte. De lá pra cá, ocorreram muitas transformações na gastronomia como um todo, mas a francesa, permanece atual, servindo de estímulo para a cozinha mundial.

  • Ai se pronuncia e, então, plaisir você pronuncia plesir.
  • Au se pronuncia o, então, au revoir você pronuncia orrevoar.
  • Eau se proncuncia ô, então, beau você pronuncia bô. Il est beau.
  • Agora, aux e eaux se pronuncia o, então Bordeauxe você pronuncia bordô.
  • O aux é também plural de várias palavras masculinas, como chevaux.
  • Atenção ao o+i que juntos se pronuncia ao, então pourquoi você pronuncia purquoa. Da mesma forma, moi você pronuncia moá.

Veja se com essas dicas você consegue pronunciar os nomes de alguns destes alimentos.

  • la boulette de viande: almôndega
  • la viande hachée: carne moída
  • le lapin: coelho
  • une lentille: lentilha
  • la sauce: tomate molho de tomate
  • la purée de pommes de terre: purê de batatas
  • le chou-fleur: couve-flor
  • l’eau minérale (plate/gazeuse): água mineral (sem/com gás)

Como é celebrado o natal na França?

Família e tradição são palavras que descrevem o Natal da França. Os franceses consideram a festa natalina como uma oportunidade de agradar os parentes. Além disso, é um momento para relembrar a infância e encontrar com a família.

Na mesa de Natal dos franceses é comum encontrar ostras, foie gras, oescargots e salmão fumado. O prato principal francês é bem semelhante a um de nossos pratos: peru assado acompanhado de castanhas cozidas a vapor e recheado de uma mistura de carnes de porco, alho, cebola e cravos da índia.

“Bûche de Noël” é a sobremesa típica dos franceses. É um bolo à base de manteiga recheado com um creme de chocolate.

Para finalizar a ceia de Natal, é servido um café ou um chá, juntamente com chocolates e petit fours.

Curso de Francês

Quem não se lembra dos comensais satisfeitos que deixam o passado de lado, se dão as mãos e entram em perfeita harmonia depois do jantar maravilhoso em A festa de Babette, ou o sonho em ser confeiteira da tímida e meiga Angélique, em Romântico Anônimos. E Hortense Laborie, única mulher na cozinha do palácio do Elysée, em Os sabores do Palácio.

Se você, profissional ou amador, que ama cozinha francesa e quer, além de preparar pratos franceses sofisticados, saber pronunciar bem o nome de cada um, o francês na gastronomia da Ateneo Idiomas vai te ajudar.

Para quem conhece técnicas de corte como julienne, brunoise e concassé, o conceito de organização mise en place, nome de entradas como hors-d’oeuvre, passando por um atraente vinho, por exemplo o Chateau Pape Clement Grand Cru Classe, a alguns pratos principais como Confit de canard e o magret de canard e finalizando com uma sobremesa inesquecível como Millefeuilles, é importante saber falar bem.

Mas, você sabe pronunciar todos esses nomes corretamente? Ainda não?

Então venha para Ateneo Idiomas e faça o curso de Francês aqui.

 

Textos de apoio:

https://pt.scribd.com/document/237310710/Evolucao-Da-Culinaria-Francesa-e-Sua-Influencia-Na-Formacao-Gastronomica-Brasileira

https://pt.slideshare.net/jaquegleal/contribuicao-da-gastronomia-francesa-na-brasileira

A influência francesa em nossas mesas

Tudo começou quando a família real chegou ao Brasil, em 1808, fugindo das tropas francesas de Jean-Andoche Junot, “o filho dileto das vitórias”. Ao mar se lançaram em 8 naus, 4 fragatas, 3 brigues, 1 escuna, charruas muitas e 30 navios mercantes onde se apinhavam 15 mil homens – tantos que uma praga de piolhos obrigou quase todos a raspar suas cabeças. Inclusive Carlota Joaquina, que desceu no cais de Salvador com um exótico turbante, logo convertido em moda pela população local.

A ironia, nessa invasão determinada por Napoleão, é que toda a Corte portuguesa tentava imitar os modismos franceses. D. Maria, a Rainha Louca, chegou até a convidar Luis XV para ser padrinho do seu terceiro filho e futuro rei de Portugal, D. João VI. Sem contar que, nos tempos em que ainda tinha um resto de lucidez, contratou o grande chefe Lucas Rigaud para cuidar dos cardápios da realeza.

A culinária portuguesa mudou, com ele e alguns de seus discípulos – entre os quais José da Cruz Alvarenga, que veio a ser cozinheiro da família real no Brasil. Costumes foram aos poucos, se consolidando, primeiro no Rio de Janeiro e depois nas casas-grandes dos engenhos de açúcar. Sem educação, refinamento, nem qualquer resto de orgulho, a burguesia da época passou a copiar servilmente os hábitos franceses daquela nobreza itinerante – na etiqueta, na moda, na decoração, no uso de perfume intenso, na afetação dos gestos, na língua, na dança.

As quadrilhas (quadrille) – trocaram os palácios pelos arraiais de São João, em arrata-pés feitos de anavantús (en avant tous) e anarriêrs (en arrier). Tudo era francês. “Mudava-se até os nomes das coisas para torná-las mais finas”, assim escreveu Mario Sette em Arruar; ainda lembrando poeta que reclamava da situação, em versos:

O trenó hoje é console
Tête-à-tête é canapé
Étagères as prateleiras
Dança à noite é soirée.

Mas em nenhum outro campo essa influência foi tão forte quanto na culinária. “O francesismo invadiu todas as mesas”, reconheceu Gilberto Freyre. Passamos a organizar essa mesa com mais refinamento, usando cristais Baccarat ou São Luís, porcelanas da Companhia das Índias e prataria em geral – bandejas, bules, conchas, paliteiros, talheres, salvas. Começamos a usar o “serviço à francesa”, bem mais formal, com cada convidado sendo servido individualmente.

Quase sempre à la clochette, com sininho para chamar os serviçais. O próprio anúncio das refeições era feito em francês: “Madame, est servie” (está servido). Conhecemos também um novo horário de refeições, mais semelhante ao de hoje – reproduzindo aquele sagrado em Paris, ao tempo da Revolução Francesa, por conveniência dos deputados que participavam da Assembleia Nacional Constituinte; dado que suas sessões iam das 12:00 às 18:00, um horário nada compatível com os hábitos da época – em que a primeira refeição (o almoço) era servido bem cedo, e a segunda (o jantar) no meio do dia. Mais tarde, aos primeiros meses da República, e os brasileiros nas ruas cantariam a Marselhesa.

Nessa reprodução de hábitos franceses, aprendemos também a valorizar temperos e saladas; a preparar fondues, omeletes, souflés, molhos (bearnaise, béchamel, véloutes), sopas (bouillabaisse, onion), caldos (consommé), entradas (croquete, patê, vol-au-vent), carnes (à Chateaubriand, au poivre, à Rossine, Stroganov).

Galinha também; ao vinho (coq au vin) ou de cabidela – que, longe de ser portuguesa (como pensam muitos), é receita genuinamente francesa, a partir de técnica usada para preparar a Poulet en barbouille. Mais pães de todo tipo – baguette, croissant, brioche. E aquele da terra – duro, pesado e seco – que trocou a farinha de milho pela de trigo, ficando bem mais tenro, de miolo branco e casca dourada, já largamente usado em toda a Europa. No Brasil, e só aqui, ganhou o nome de pão francês.

Incorporamos também o hábito dos acompanhamentos junto ao prato principal – puré de batatas , dauphine, duchesse, sauté. Até a receita inglesa de batata frita, na França conhecida como pommes frites, aqui virou “fritas francesas”. Também incorporamos o hábito da sobremesa, ao final da refeição – usando chantilly, crème brullée, crepes, éclair, mousses, pavês, profiterolles, poire (pêra) belle hélène, sobert.

Sem contar que nos convertemos em grandes apreciadores de queijos e vinhos em geral. Inclusive um que Dom Pérignon (1668-1715) descobriu por acaso, na Abadia de Hautvillers, após o que convidou seus colegas monges:“Venham todos! Depressa! Venham! Estou bebendo estrelas” – um espumante logo conhecido pelo nome da própria região em que era produzido, o champagne.

Com os franceses aprendemos, ainda, a valorizar os alimentos das Américas que, levados à Europa, no início eram destinados apenas a animais e escravos – batata, cacau, milho, tomate. Só depois e aos poucos, graças a eles, recebendo o valor que merecem. Mas a esses franceses devemos também, e sobretudo, a consciência de que a mesa deve ser sempre um espaço de alegria; momento para celebrar, com os amigos, a epifania gloriosa da vida.

Fonte: www.folhape.com.br.

Curso de francês para leigos

Aux armes, citoyens

Formez vos bataillons

Marchez, marchez!

Qu’un sang impur

Abreuve nos sillons!

(La Marseillaise)

As línguas românicas são a continuação do latim vulgar. Isso porque havia uma distinção da forma clássica falada pelas classes superiores romanas, como, por exemplo, a do orador romano, Cícero. Hoje, as línguas românicas são representadas pelos seguintes idiomas: português, espanhol (castelhano), italiano, francês e romeno.

A língua francesa teve sua origem com os primeiros habitantes da França, os gauleses que formavam as populações celtas que habitava a Gália; território que corresponde hoje à França, à Bélgica e à Itália. Depois da conquista do território por Júlio César, no século I a.C., os gauleses abandonaram a língua celta e adotaram o idioma das legiões romanas, o latim vulgar.

Tempos depois, o francês, já é língua oficial e, portanto, torna-se obrigatória para a redação de textos jurídicos, como também, a Bíblia recebe tradução francesa. Daí pra frente, o francês supera o latim e torna-se a língua da diplomacia. Hoje o francês tem cerca de 74 milhões de falantes nativos, é língua oficial em 28 países é o 11° idioma mais falado no mundo.

As dificuldades do idioma francês

Para muitas pessoas, só falar em aprender francês, elas já pensam que é difícil e para falar corretamente o idioma têm de fazer “biquinho”, que exige que vários músculos da face sejam trabalhados, o “rrr” na garganta, que se pode traduzir como um pigarro, os acentos e as consoantes duplas.

Mas não é bem assim. Algumas palavras do português são muito próximas ao francês, uma vez que as duas têm a mesma origem: são línguas românicas. Daí os galicismos que são as palavras em francês que entraram no português, sendo aceitos e usados com frequência em diversos contextos.

Por exemplo, os galicismos mais comuns, como bustiê (de bustier); chique (de chic); crochê (de crochet); echarpe (de écharpe); se incorporaram ao nosso idioma. Isso ocorreu pela influência que o Brasil recebeu da França, tanto na cultura como na literatura.

Dicas de estudo

A principal dica é sempre escutar muita música em francês. Além de ser uma delícia cantar, é uma oportunidade para conhecer a cultura francesa. Outra coisa, em muitas músicas há sempre um refrão, isso permite que você faça repetições e assimile melhor o vocabulário.

Toda palavra nova ou toda palavra que você desconhece, anote-a, busque o seu significado e memorize. Com esse exercício, em pouco tempo, você terá domínio de um bom vocabulário.

Qualquer aprendizagem requer rotina, especialmente a aprendizagem de língua estrangeira. Portanto, separe dia, hora e local, e mantenha a disciplina.

É sempre bom, no estudo de língua estrangeira, como o francês, o treino. Por isso, treine expressões, pronúncia e, principalmente, palavra que exigem mais da pronúncia, ou seja, palavras complicadas.

Curso de francês

Na Ateneo Idiomas, você tem a opção de aulas particulares de francês. Somente você e o professor. Para muitos essa técnica é bastante eficaz. Mas há também aulas de francês em duplas, uma ótima oportunidade para compartilhar conhecimento e tirar dúvidas.

5 séries no Netflix para praticar seu espanhol

O domínio sobre uma língua estrangeira depende de uma pessoa para outra e algumas dificuldades provêm da timidez que impende o aprendizado.

Para que você supere essa dificuldade a dica é fazer uma imersão na cultura espanhola.

E nada melhor do acompanhar séries espanholas que a Netflix sempre dispõe.

Ao assistir às séries, você tem a oportunidade de estar em contato com a língua espanhola e, assim, voltar às cenas que mais lhe agradam para ouvir melhor os diálogos, as palavras e expressões.

Esse exercício ajuda não só a pronúncia, mas, dependendo da cena, você passa a descobrir aspectos culturais por trás dessas cenas.

Escolha uma dessas série (ou todas) e comece a inserir seu aprendizado no contexto da narrativa.

Aproveite as palavras e as expressões novas e use-as na escola ou em um bate-papo. Legal também será você praticar a trilha sonora.

La Casa De Papel

  • 2017
  • 13 episódios
  • Criada por Álex Pina

La Casa de Papel é trama muito bem elaborada e produção de primeiríssima qualidade. Só com os primeiros episódios, tornou-se um fenômeno. A história trata de bandidos, liderados por um professor, com diferentes habilidades, que se juntam para dar um golpe na Casa da Moeda da Espanha.

El Ministerio del Tiempo

  • 2017
  • 3 temporadas
  • Criada pelos irmãos Pablo e Javier Olivares, ambos os dois foram os criadores de Isabel, a Rainha de Castela

O mais interessante dessa minissérie é que ela apresenta a vida de pessoas que marcaram a História da Espanha, como Velásquez, Lope de Veja, García Lorca, entre outros personagens da trama: o soldado do século XVI Alonso de Entrerríos, a estudante do século XIX Amelia Folch e o paramédico Julián Martínez do século XXI.

El Ministerio del Tiempo é o segredo mais precioso do Estado Espanhol. Aqui o tempo é um fenômeno cujo ministério protege suas portas de possíveis oportunistas que tentam alterar o passado histórico em seu próprio benefício. A série mostra também lugares históricos a Espanha como: Madri, Toledo, Barcelona, Sevilla e Salamanca.

Merlí

  • 2017
  • 3 temporadas
  • Criada por Héctor Lozano

Essa série catalã retrata um professor de filosofia que encoraja seus alunos a pensar livremente e usar métodos pouco convencionais para aprender. O drama teve três temporadas e 40 episódios antes do cancelamento.

En tiempos de guerra

  • 2016
  • 1 temporada 13 episódios

A trama conta a história real de um grupo de enfermeiras e moças da alta sociedade espanhola que, por ordem da Rainha Vitória Eugênia, são enviadas ao Marrocos na Guerra do Rife, um conflito ocorrido entre 1920 e 1926 entre a Espanha e forças marroquinas das tribos rifenhas e Jebala

Las Chicas del Cable

  • 2017
  • 2 temporadas
  • Criação: Ramón Campos, Gema R. Neira

A minissérie é um  drama de época, Madri 1920, que apresenta a vida de quatro telefonistas com problemas que variam de timidez romântica a falsas identidades.

Você também pode baixar essas e outras séries  em aparelhos móveis iOS ou Android ou para computadores ou tablets.

Curso preparatório CPE

Como funciona o curso?    

O CPE – Cambridge Certificate of Proficiency in English é o mais alto nível de exame de proficiência de língua inglesa da Cambridge. O exame é desenvolvido pela Cambridge Esol (English for Speakers of Other Languages, ou Inglês para Falantes de Outros Idiomas), instituição ligada à Universidade de Cambridge, no Reino Unido. Ele foi aplicado pela primeira vez há quase um século, em 1913.

O curso tem como intenção habilitar o falante de inglês avançado a desenvolver-se as quatro habilidades essenciais da comunicação: escrita, leitura, compreensão auditiva e comunicação oral, de maneira a fazer com que o profissional alcance o nível de proficiência requerida para o CPE – Cambridge Certificate of Proficiency in English, como também as estratégias necessárias para o exame.

O CPE – Cambridge Certificate of Proficiency in English é reconhecido internacionalmente, nivela a capacidade do Inglês e pode ser usado ​​para trabalhar e estudar. Ele é um verdadeiro reflexo de proficiência em inglês do indivíduo, uma vez que testa exaustivamente todos os aspectos da língua inglesa.

São muitos os exames aplicados aqui no Brasil, especialmente da Universidade de Cambridge, o TOEFL (Test of English as a Foreign Language), o TOEIC (Test of English for International Communication), o IELTS (International English Language Testing System) e o CPE (Certificate of Proficiency in English).

O CPE – Cambridge Certificate of Proficiency in English é um exame elaborado para avaliar cinco diferentes níveis de proficiência em inglês e são dirigidos a estudantes que querem ingressar na graduação no Reino Unido e para professores que querem comprovar proficiência em inglês no âmbito profissional. Os níveis de habilidade na língua no CPE são cinco:

. KET (Key English Test) – Cambridge Level One; PET (Preliminary English Test) – Cambridge Level Two; FCE (First Certificate in English) – Cambridge Level Three; CAE (Certificate in Advanced English) – Cambridge Level Four; e CPE (Certificate of Proficiency in English) – Cambridge Level Five.

Como funciona a prova?

Como todos os exames de Cambridge, o CPE- Cambridge Certificate of Proficiency in English apresenta resultado “aprovado”/ “não aprovado” e todos aqueles que foram considerados aprovados receberão um Certificado Vitalício.

A pontuação é entre 0 e 100 e é formado no final de todas as seções. Há também letras que correspondem a uma pontuação numérica: CERF Level C1, ou A – 80-100; B – 75-79; C – 60-74; CEFR Level B1 – 45-49; Reprovado – 0-44.

Dicas de livros para estudo

  • Essential Grammar in Use, English Grammar in Use e Advanced Grammar in Use (Murphy – Cambridge): são gramáticas usadas como material de suporte para exercícios e aprofundamentos na estrutura linguística. Possuem explicações interessantes sobre gramatica para todos os níveis e exercícios.
  • Global English Lindsay Clandfield e Amanda Jeffries – Macmillan) O Global English idealizado para adultos. Material muito bom, direcionado a trazer experiência cultural, desenvolver o pensamento critico do aluno e trabalha a gramática de forma indutiva. Cada unidade apresenta fragmentos de material literário autêntico, despertando no aluno o interesse por literatura em língua estrangeira e trazendo ótimas dicas de leitura e cinema para adultos.

Curso de inglês jurídico: guia prático

Os desafios do inglês jurídico

A globalização mudou tudo. E talvez a mudança que tenha chegado em você tenha sido o da necessidade urgente de fazer um curso de Inglês Jurídico. Pelo sim, pelo não, é melhor fazê-lo.

Os primeiros estudantes de Direito no Brasil que iam a Portugal para se formar, tampouco os estudantes do Largo São Francisco não podiam imaginar que não seria apenas o Latim a melhor língua para exercer a profissão.

De lá pra cá muita coisa mudou. Hoje é o inglês que é necessário.

Como o curso pode ajudar?

É bem possível que na sua longa ou breve carreira já tenha tido a oportunidade de cruzar com Inglês Jurídico e, muito provavelmente, tenha ficado sem graça por não saber o que significa uma expressão ou outra. Mas saiba que hoje o Direito está impregnado de expressões inglesas. Isso é a evolução, isso é a globalização.

Por isso você precisa fazer o curso de Inglês jurídico, a fim de não só exercer sua profissão, seja como advogados, promotores de justiça ou juízes de direito, mas também para especializações.

O curso de inglês jurídico possibilita o aperfeiçoamento das competências no domínio da língua inglesa e o desenvolvimento das suas capacidades de expressão escrita e oral. Ao ganhar um vocabulário técnico-jurídico usado no contexto jurisdicional, você será destaque no desempenho de suas funções, pois esse conhecimento vai permitir a você transitar com tranquilidade nas áreas civil, penal e laboral, além ganhar realce por adquirir agilidade na leitura de textos jurídicos, de debates e de exercícios orais e escritos.

Qualquer pessoa que trabalhe com o direito em contexto de língua inglesa precisa saber inglês jurídico. A maioria das pessoas acha que isto significa somente os advogados, mas na verdade há vários outros profissionais que também operam com o direito, inclusive assistentes e secretárias. Há também estudantes ou professores que podem estar estudando ou dando aula sobre os aspectos mais acadêmicos do direito.

Como funciona o curso?

O curso de inglês jurídico trabalha com temas usados nos escritórios e nos departamentos jurídicos das empresas cotidianamente. O curso de inglês jurídico oferece ao aluno aprendizado dos termos técnicos empregados nas relações jurídicas, no preparo de peças processuais, na troca de correspondências e documentos, como também cria condições para que o aluno conheça os critérios para lidar e solucionar eventuais litígios. O curso de inglês jurídico prepara o profissional para analisar documentos redigidos em inglês. Com atividades voltadas diretamente a esse segmento, exercícios de vocabulário e estudo teórico e prático com excelente material didático.

Se você é um profissional da área, é importante conhecer termos jurídicos específicos em inglês. Além disso, dominar esse estilo de linguagem permite a você mais segurança no momento de redação de contratos, correspondências, petições, conversas, ou seja, qualquer tipo de convivência nessa área.

O curso de inglês jurídico não lhe trará apenas o aprendizado de vocabulário jurídico, mas também condições de desenvolver habilidades importantes para negociar e conversar, seja aqui no Brasil ou no exterior.