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5 idiomas mais legais do cinema, da literatura e dos games

Élfico

O Senhor dos Anéis

Dependendo da região que vivem, o idioma dos elfos possui diversas variações e é isso que torna O Senhor dos Anéis tão fantástico. Por ser um estudante de linguística, J. R. R. Tolkien descreveu as raças criadas com um grau muito elevado de detalhes. Quenya, a língua dos elfos nobres, é a mais fácil de se aprender, sendo baseada no finlandês. Já o sindarin é outro dialeto baseado no galês

Ewokês

Star Wars

Que Star Wars é um poço infinito de raças aliens, todos já sabem. Mas os simpáticos ewoks, com seus gritinhos estridentes, entraram na memória de muito fã da saga. O mais divertido é que o idioma pode ser aprendido por qualquer um! Existem na internet vários dicionários ewok, para que você aprenda a conversar como estes ursinhos encapuzados.

Furbish

Furby

Criatura metade hamster e metade pássaro, Furby é uma espécie fictícia que gerou uma linha muito famosa de brinquedos no final dos anos 90. A espécia fala 42 palavras, mas na medida que você brinca com ela, elas são substituídas por palavras em inglês.

Klingon

Jornada nas Estrelas

A língua fictícia mais falada no mundo não é muito fácil de aprender. Mas é tão importante e tem tantos falantes no mundo que diversas obras importantes já foram inclusive traduzidas para o idioma criado para a série Jornada nas Estrelas (ou Star Trek). O idioma está até no app de idiomas Duolingo.

Na´vi

Avatar

James Cameron contratou um linguista para desenvolver uma língua para o povo nativo de Pandora. Ao todo foram seis meses trabalhando no idioma, em algo que fosse fácil de se aprender mas que não parecesse com nenhuma língua já existente.

Simlish

The Sims

Se você já jogou The Sims, conhece os barulhos irritantes que os bonequinhos fazem enquanto conversam. A novidade é que você pode aprender a reproduzir estes barulhos e realmente fazer algum sentido! É bem fácil porque é basicamente inglês com um dicionário mais abrangente, pegando palavras de dezenas de outros idiomas.

Dovahzul

Skyrim

Se você jogou Skyrim, certamente lembra do “Fus Ro Dah”, o grito da Força Implacável. Bethesda se preocupou em desenvolver um alfabeto fonético do idioma, a tornando fácil de aprender. Além disso, se estrutura da mesma forma que o inglês

Dothraki

Dothraki

Ao escrever As Crônicas de Fogo e Gelo, George R. R. Martin não deu muita atenção ao idioma falado pelo povo dos cavalos, os Dothraki. Porém quando a série de TV inspirada na obra (Game of Thrones) começou a ser produzida pela HBO, a emissora contratou a Sociedade Criadora de Idiomas para desenvolver o idioma, que conta com mais de três mil palavras conhecidas.

Aprenda idiomas jogando videogame

Muitos viciados em RPGs (computer role-playing game) dizem que foi por causa da dificuldade em entender o jogo que buscaram aprender um idioma, uma vez que muitas vezes os jogos não eram traduzidos. Muitos falam também que tiveram muita facilidade em aprender um idioma em virtude do jogo. Aprender um idioma jogando videogame é uma realidade.

No jogo é possível desenvolver habilidades linguísticas, como a compreensão auditiva e leitura. A escrita não fica para trás, pois os jogadores costumam se comunicar uns com os outros durante o jogo e nem sempre eles falam a mesma língua. Então, o jogador sem querer acaba colocando em prática a escrita.

jogos

O videogame é um ótimo incentivo e uma ferramenta excelente para praticar um idioma, por isso se você joga Dota ou World of Warcraft ou outro RPG, procure configurar o jogo para ser exibido no idioma que estiver aprendendo ou que tem interesse.

Os segredos de quem fala dezenas de idiomas

varios paises

Em uma tarde ensolarada em Berlim, Tim Keeley e Daniel Krasa conversam sem parar. Começam em alemão, mas logo passam ao hindi, ao nepalês, ao polonês, ao croata, ao mandarim e ao tailandês. O papo flui como se não houvesse barreiras entre as línguas. Juntos, os dois são capazes de falar mais de 20 idiomas.

Continue lendo a matéria da BBC sobre  “Os segredos de quem fala dezenas de idiomas”:

No mesmo endereço, encontro outros indivíduos como eles. Alguns se reúnem em grupos de três e parecem brincar de interpretar duas línguas ao mesmo tempo.

Para mim, tudo isso seria a receita para uma bela dor de cabeça, mas para eles, a situação é bastante comum: estamos todos em Berlim para o Polyglot Gathering, um encontro de cerca de 350 pessoas capazes de falar vários idiomas.

Uma grande parcela dos participantes da reunião é de “hiperglotas”, que, como Keeley e Krasa, dominam pelo menos dez línguas.

Um dos linguistas mais experientes que conheci em Berlim, Richard Simcott, lidera uma equipe de poliglotas em uma empresa chamada eModeration – e sabe falar 30 idiomas.

E eu, com meu inglês nativo, um parco domínio do italiano e um dinamarquês rudimentar, estou aqui para descobrir os segredos desses indivíduos.

 

Estudos mostram que o aprendizado de um novo idioma é a melhor “ginástica mental”

Muitos de nós acreditamos que aprender uma nova língua é um esforço hercúleo. De fato, temos muitos sistemas diferentes de memória, e dominar um idioma requer todos eles.

Tanto esforço mental tem suas recompensas. Para começar, trata-se da melhor “ginástica” que você pode dar a seu cérebro: vários estudos científicos já mostraram que falar muitos idiomas pode melhorar a atenção e a memória, formando uma “reserva cognitiva” que atrasa o desenvolvimento da demência.

Ao analisar a experiência de imigrantes, Ellen Bialystok, da Universidade York, no Canadá, descobriu que falar dois idiomas chegou a adiar em cinco anos os casos de demência. Os que sabiam três línguas foram diagnosticados 6,4 anos depois de indivíduos monoglotas, enquanto aqueles com fluência em quatro ou mais idiomas ficaram até nove anos sem sofrer da doença.

‘Hiperglotas’ em geral são mais abertos a novas culturas e a novas amizades

Mas até pouco tempo atrás, muitos neurocientistas sugeriam que a maioria de nós teria passado do melhor período para obter fluência em um novo idioma, que, segundo eles, seria a infância.

Ainda assim, a pesquisa de Bialystok indica que essa percepção pode ter sido exagerada. Ela descobriu que nossa capacidade de aprendizado apresenta apenas uma suave queda conforme envelhecemos.

No entanto, duas perguntas ainda precisam ser feitas: como esses hiperglotas conseguem aprender tantos idiomas? E será que podemos ser como eles?

Bom, é verdade que muitos deles são bem mais motivados do que a maioria de nós; outros também tiveram a vantagem de mudar de um país, aprendendo uma nova língua praticamente na marra.

“Quando você se apodera do idioma, fala com mais confiança e estabelece uma relação com as outras pessoas”.

Como isso acontece? Os cientistas já sabem que quando uma pessoa se identifica com outra, ela tende a imitá-la, um processo que poderia melhorar o aprendizado de uma língua. Mas a identidade adotada, e as memórias associadas, também podem evitar que você a confunda com seu idioma nativo, construindo barreiras neurais entre as línguas.


“Isso mostra que o que conta não é só o tempo que você passa aprendendo ou usando os idiomas. A qualidade desse tempo é fundamental”, explica Keeley.

De todos os poliglotas, o ator americano Michael Levi Harris é quem pode melhor demonstrar esses princípios. Ele fala fluentemente dez idiomas e um conhecimento intermediário de outros 12.

Para Harris, qualquer pessoa pode aprender a adotar uma nova “máscara” cultural, e tentar imitar o som de outras línguas é um primeiro passo. A segunda etapa é não ter vergonha de produzir alguns ruídos “estranhos” que alguns idiomas têm, como os sons guturais do árabe, por exemplo.

“É uma maneira de se apoderar da língua, que é o que nós atores fazemos para convencermos a plateia de que aqueles diálogos são naturais”, explica. “Quando você se apodera do idioma, fala com mais confiança e estabelece uma relação com as outras pessoas”.

Os linguistas também acreditam que praticar um pouco e com frequência ajuda muito no aprendizado – nem que seja por 15 minutos, quatro vezes por dia. “A analogia com o exercício físico funciona muito bem”, diz Alex Rawlings, que criou uma série de oficinas poliglotas para ensinar suas técnicas. E não é preciso ir muito fundo: ouvir uma música ou praticar um diálogo naquela língua já ajuda.

Todos os hiperglotas que conheci são genuinamente entusiasmados com os benefícios que esse talento trouxe a eles – inclusive a chance de fazer amigos e conexões e até transpor barreiras culturais.
Como disse a organizadora do encontro em Berlim, Judith Meyer, ela viu russos conversando com ucranianos e palestinos trocando ideias com israelenses.

“Aprender uma nova língua realmente abre a porta para um novo mundo”, define.

Fonte: BBC.

Você sabe qual o idioma mais difícil de aprender?

 

Segundo o maior inventário de línguas do mundo, o Ethnologue, existem 6.912 idiomas catalogados no planeta e ainda mais de 300 não catalogados. Mas de todas essas línguas, que compilam idiomas indígenas e de outros povoados isolados, qual será a mais difícil de aprender?

Língua mandarim

O critério de dificuldade vai de acordo com a distância de parentesco das línguas. Por isso os brasileiros tem mais facilidade com o espanhol, por exemplo. Mas além disso, o alfabeto e a pronúncia (o som que se emite ao dizer as palavras) contam muito. Por isso, dentre os dialetos comumente conhecidos, o idioma vencedor como o mais difícil de se aprender, é o árabe! Junto dele, temos o mandarim, o japonês e o vietnamita. De curiosidade, existe também o !XÓÕ. Não conseguiu ler? Esse idioma se pronuncia estalando a língua no céu da boca e tem origem na África, em Botsuana e existem 17 formas diferentes para se comunicarem!

Já o árabe possui uma estrutura gramatical complicadíssima, tão complicada que, de acordo com uma pesquisa feita pela Superinteressante, o lado direito do cérebro, responsável pela leitura geral das letras, fica sobrecarregado e somente o esquerdo trabalha para desvendar esse monte de código!

Logo atrás, estão o mandarim (falado por quase 1 bilhão de pessoas) e o vietnamita (idioma que possui palavras com mais de um significado), que são línguas tonais, ou seja, uma pequena alteração no som pode significar algo totalmente diferente. E depois temos o japonês, que tem nada mais nada menos que 3 alfabetos, sendo que um deles possui mais de 10 mil símbolos. E aí, vai arriscar?

Se você faz aulas de inglês, espanhol, italiano ou francês, pode ficar tranquilo. São os idiomas mais fáceis de aprender. Isso porque são quase parentes. Todos tiveram influência do latim. Lembrando que por mais fácil ou difícil que um idioma seja, o que fará você aprender é a persistência e disciplina!

Curiosidades Linguísticas: “Café Expresso”

Poucos sabem, mas o famoso “café expresso” ou “caffè espresso” tem origem italiana.

Espresso Maker

O termo Espresso, em italiano, significa “retirado sob pressão”. Em português, o termo “expresso” significa rapidez.
O café expresso foi criado com o intuito de fazer um café  mais rápido e concentrado. Na preparação, usa-se café torrado e moído e água, e leva apenas 20 segundos para ficar pronto.

Curiosidades linguísticas: “Blues”

Blues é um estilo musical que se espalhou no sul dos Estados Unidos pelos escravos africanos. O termo não tem nada a ver com a cor, até porque como é adjetivo, não tem plural.

blues

Blues, em inglês, significa um sentimento de infelicidade, muito presente nas canções que falam de tempos difíceis, amores perdidos, da crueldade dos policiais, da opressão pelos brancos, etc.

Para intensificar esse sentimento de tristeza, as notas são tocadas abaixo do tom normal, são as “blue notes”.

Curiosidades linguísticas: “Etiqueta”

Étiquette é o pedaço de papel que fica fixado nas embalagens dos produtos. A origem da palavra é francesa. Na indústria têxtil, a partir do século XIX, o papel começou a ser usado também nas peças de roupa, com o objetivo de identificar o fabricante.

Étiquette

Além disso, “etiqueta” significa boas maneiras. De acordo com o professor Cláudio Moreno, nas festas, era entregue a burguesia francesa um bilhete – uma étiquette – que indicava qual conduta seria adequada para a ocasião.

Curiosidades linguísticas: “Chopp” ou o dicionarizado “Chope”

Os amantes de cerveja sabem que no Brasil o chope é uma cerveja com ou sem pasteurização, servida a partir de barris sob pressão. Mas e o real significado da palavra “chopp”, você sabem?

beer

“Chopp” vem do alemão “schoppen”, que é simplesmente uma unidade de medida. Ela pode variar de acordo com a região, mas em geral “schoppen” corresponde a meio litro.

Na frase alemã “Ein Schoppen Bier”, chope está no termo “Bier” e não no “Schoppen”.

Como pedir um chope em…?

Quer conhecer outras formas de pedir um chope? Confira então a lista abaixo:

  • Inglês – “One light beer, please”
  • Espanhol – “Una caña, por favor”
  • Italiano – “Una birra, per favore”
  • Francês – “Une bière, s’il vous plait”
  • Latim – “Unam cervesiam, si placet”
  • Grego – “Mia beera, parakalo”
  • Holandês – “Een bier alstublief”
  • Norueguês – “En øl, takk”
  • Finlandês – “Yksi olut, kiitos”
  • Tcheco/Eslavo – “Jedno pivo prosím”
  • Polonês – “Jedno piwo prosze”
  • Russo – “Odno pivo pozhaluista”
  • Húngaro – “Egy sört kérek”
  • Japonês – “Birru o ippon kudasai”
  • Coreano – “Magjoo hanna Juse-yo”

Curiosidades linguísticas: “Status quo”

Você sabe a origem da palavra “Status quo “?

estrada

Status quo é uma abreviação do termo em Latin “in statu quo res erant ante bellum”, que quer dizer “no estado em que as coisas estavam antes da guerra”.

Utiliza-se o Status quo para definir o estado das coisas ou situações. Por exemplo, “manter o status quo”, “defender o status quo” ou “mudar o status quo”. O seu uso é mais frequente em Portugal, França, Espanha e Itália.

Curiosidades linguísticas: “Tchau”

Você conhece o significado da palavra “Tchau”?

ciao

“Tchau” a interjeição de despedida mais usada no Brasil, que significa “até logo”. A palavra tem origem no idioma italiano. O termo italiano “ciao”, cuja pronúncia é semelhante a “tchau”, começou a ser usada pelos brasileiros através dos imigrantes italianos.

Na Itália, o “Ciao” é a forma reduzida da frase “Io sono suo schiavo”, que em Português significa literalmente “Eu sou seu escravo”.

A palavra “schiavo” (escravo, servo) soava como “chavo”, no dialeto veneziano durante a Idade Média, na hora de reverenciar, nos cumprimentos e despedidas.

Com o tempo, a expressão se simplificou para “ciao” e expandiu para outras regiões da Itália, sendo usada como uma forma de cumprimento e despedida.

Curiosidades linguísticas: “Paparazzi”

Você sabe o significado de “paparazzi”?

Filme A Doce Vida.

Filme A Doce Vida.

Paparazzi é um grupo de fotógrafos que perseguem as celebridades e esse apelido surgiu por causa do personagem Signore Paparazzo, do filme La Dolce Vita, de Federico Fellini.

A palavra paparazzo é decorrente de uma metáfora do escritor Ennio Flaiano, que compara a lente da câmera dos fotógrafos à abertura e fechamento das válvulas de moluscos, que são chamadas, no dialeto abruzzese, de “Paparazze”.