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Conversação em francês: domine o idioma

2018 foi um ano em que muita gente passou a investir na conversação em francês inspirados no trunfo da França que se tornou bicampeã mundial de futebol.

O francês não é só o idioma “universal” dos maiores chefes de cozinha o mundo, isso porque, 30 países têm como língua oficial este idioma (La Francophonie – comunidade de países francófonos).

Destaca-se também que os que investem em conversação em francês não estão sozinhos, pois, este idioma é considerando uma língua oficial em todas as agências das Nações Unidas e também em um número elevado de organizações internacionais.

Ao todo, no mundo, pelo menos 500 milhões de pessoas falam francês, o que representa mais de 1/14 de toda população global, ou seja, não falta “parceiros” para treinar conversação em francês.

O inglês não é só a língua do universo político e das relações universais, mas também, junto com o inglês, uma língua importante quando o assunto é mercado, sendo um idioma amplamente utilizado na maior parte das grandes empresas multinacionais.

Aulas em dupla ou grupo para praticar

AULAS EM DUPLA (1)

A conversação em francês é um método fundamental para sedimentar o aprendizado desta língua e ela pode ser realizada tanto em dupla, como em grupos.

Como vantagem, a conversação em duplas permite que de uma forma mais direta, seja treinada as etapas de um dialogo do tipo face a face, que exige um tipo de interação mais direta, ou seja, mais profunda, com um maior repertório de palavras e expressões diferenciadas.

Em grupo, todavia é possível treinar e simular situações em que a conversação em francês é o eixo unificador, por exemplo ao encenar uma peça de teatro, cantar uma música, como em um coral, ou ainda, simular uma situação como uma reunião de negócios ou mesmo um show de stand up.

Considerando que os seres humanos são seres sociais e que a linguagem é o “cimento” das relações, a conversação em francês, seja ela executada em dupla, ou ainda melhor, dento de um grupo, certamente proporciona muitos elementos de aprendizado para quem quer aperfeiçoar o francês.

É evidente que por conta da tecnologia, as pessoas não precisam estar reunidas todas em um mesmo lugar, ao contrário, podem estar conectadas por videochamada, que é uma forma muito utilizada e funcional de se treinar conversação em francês.

5 dicas para praticar conversação todos os dias

Pronúncia do R em inglês como resolver

A conversação em francês é fundamental para o aprendizado, todavia, às vezes, falta oportunidade de treinar, principalmente para quem não frequenta um curso formal de francês e tem acesso a um professor particular do idioma.

De toda forma, dentre as dicas que podemos elencar para quem quer conversação em francês todos os dias a melhor certamente é o intercâmbio.

Seja passar 30 dias ou 1 ano em um país que fale francês, certamente você terá muitas oportunidades para exercitar a conversação em francês, o que sem sombra de dúvidas fornecerá uma sólida base para o aprendizado do idioma.

Para quem está pensando em viajar para um país de língua francesa, a fim de treinar o idioma, as opções são amplas: fora a França (obviamente), existem outras opções muito interessantes, como Canadá, Polinésia, Benin, dentre outros.

Uma outra forma de treinar conversação em francês, mas a um custo mais baixo, é através do uso das novas tecnologias.

Através de tecnologias como um celular e o acesso as redes sociais, é possível conhecer pessoas que falam o idioma francês, e que estão espalhadas pelo mundo e dispostas a conversar. Uma terceira dica é escrever partes do dia, como em um diário, e buscar recitar a si mesmo, em voz alta, mas em um ritmo de conversa.

Outro ponto interessante, para treinar conversação em francês em dupla, é simular diálogos do cinema (algo que além de didático, é bastante divertido).

Para quem tem grupo de amigos que estão empenhados em aprender francês, é interessante realizar atividades em grupo que tenham a conversação em francês como regra, como organizar uma peça de teatro (no idioma Francês), ou ainda, fazer uma roda de literatura com leituras de clássicos franceses.

5 segredos para dominar o idioma sozinho

Destaca-se que quando o assunto é conversação em francês, você definitivamente não está sozinho, isso porque, mais de 200 milhões de pessoas aprendem o francês como uma segunda língua, o que faz dessa a segunda língua mais ensinada em todo planeta (ficando atrás apenas do inglês).

Para quem quer começar a dominar o francês sozinho e ter uma boa conversação em francês, um primeiro passo é assistir séries, filmes e programas televisivos em Francês.

O Fabuloso Destino de Amélie Poulain

O filme “O Fabuloso Destino de Amélie Poulain”, além de ser um clássico do cinema, é uma ótima pedida para quem quer melhorar o francês e adquirir bom vocabulário.

Para quem gosta de dramas policiais, a Netflix fez um seriado chamado La trêve, que além de ter uma trama muito envolvente, ajuda a aprender conversação em francês.

Uma segunda dica são os canais do Youtube, muitos deles, são voltados a pessoas que querem treinar conversação em francês.

Além disso, como terceiro ponto, recomenda-se a leitura de clássicos franceses, que são muitos, como exemplo, podemos destacar Jean-Jacques Rousseau, Voltaire, Júlio Verne, Jean-Paul Sartre, Simone de Bevouir, Pierre Bourdieu, Stendhal, Paul Valéry, Honoré de Balzac, dentre muitos outros.

Uma quarta dica (importante) para quem quer treinar conversação em francês é escutar músicas cantadas no idioma francês. Para quem gosta de rock alternativo, por exemplo, o cantor Sébastien Tellier e também os “Mansfield TYA” tem canções que podem agradar e ajudar a treinar conversação em francês.

Já para quem gosta de música romântica, destaca-se para quem quer treinar conversação em francês, cantores como Louane Emera, Indila, Asmir Haddad,

Carla Bruni, Patrick Bruel, Joe Dassin, Kendji Girac e Maitre Gims.

Por fim, destaca-se que, quem quer treinar conversação em francês deve fazer uso de aplicativos que existem disponíveis (a maior parte deles gratuitos) na internet, e também, existem muitos podcast’s que são extremamente bacanas e que fornecem uma boa base de conversação em francês.

Influência da cultura francesa

O professor e crítico literário Antonio Candido em cujo texto O francês instrumento de desenvolvimento, publicado em 1977, mostra como foi aqui no Brasil o percurso do francês como língua universal em fins do século XVIII e ao longo do século XIX.

O autor diz que “graças ao francês que pudemos ver o mundo, que adquirimos o senso da História, que lemos os clássicos de todos os países, inclusive gregos e romanos”.

E acrescenta que o contato com a língua e a cultura francesa nos permitiu adquirir maior humanidade nas questões sociais, uma vez que não apenas a elite dominadora delas se alimentava, mas também as classes dominadas buscavam sua inspiração nos ideais revolucionários franceses. A influência francesa era tão grande que o hino nacional francês, no início do século XX, era executado em manifestações políticas, em comícios, em reuniões operárias.

Em decorrência, torna-se obrigatório o ensino da língua francesa na escola secundária, e as bibliotecas particulares e públicas eram repletas de obras em francês.

A influência da cultura francesa se deu não somente na literatura, nos costumes, nos perfumes, nas maneiras de vestir, falar, decorar a casa, mas especialmente, na culinária.

A França é tradicionalmente o país da gastronomia que se esmera no bom gosto e na destreza no preparo das refeições.

A influência da culinária francesa ocorre no Brasil quando a família real chegou ao Brasil, em 1808, fugindo, por incrível que pareça, das tropas francesas.

Com a abertura dos portos e a lei de incentivo à imigração, muitos estrangeiros padeiros e cozinheiros franceses vieram para o Brasil e passaram a difundir a culinária, de maneira que o bachamel, a mostarda, os mousses e omeletes entraram para o cardápio, da mesma forma as expressões francesas como chef, maître e garçon.

Foram os franceses aqui residentes que criaram as confeitarias que vendia rissoles e creme de chantilly e as padarias que vendia baguetes, croissants e brioches.

Aos poucos os suflês, os patês e os crepes adentraram facilmente na mesa brasileira, e nas recepções suntuosas das ricas residências brasileiras, os garçons que serviam canapés vestiam-se como se estivessem em Paris. Da mesma forma, o vinho passou também a ser servido, sendo sempre observados a coloração, o bouquet e a densidade.

Já a disseminação de restaurantes franceses, no final do século XIX e início do XX, contribuiu para divulgar a cultura gastronômica francesa em terras brasileiras.

Em 1935 o restaurante Freddy é inaugurado em São Paulo, em 1954, é fundado pelo casal Roger e Fortunée Henry o primeiro bistrô genuinamente francês, La Casserole em cujo cardápio continha pratos clássicos da gastronomia francesa, como gigot d’agneau, rognons au Beaujolais, entre outros.

No livro Cartas A Um Jovem Chef, de Laurent Suaudeau, por meio de perguntas e respostas, Laurent divide seu conhecimento, discute e explica a profissão de chef, dando informações aos interessados na gastronomia.

É sem dúvida, que a gastronomia francesa é caracterizada pelo sabor sofisticado e técnica requintada e provençal.

É a culinária mais elegante, clássica, sofisticada e refinada do mundo.

La santé!

Textos de apoio:

https://pt.scribd.com/document/237310710/Evolucao-Da-Culinaria-Francesa-e-Sua-Influencia-Na-Formacao-Gastronomica-Brasileira

https://pt.slideshare.net/jaquegleal/contribuicao-da-gastronomia-francesa-na-brasileira

A influência francesa em nossas mesas

Tudo começou quando a família real chegou ao Brasil, em 1808, fugindo das tropas francesas de Jean-Andoche Junot, “o filho dileto das vitórias”. Ao mar se lançaram em 8 naus, 4 fragatas, 3 brigues, 1 escuna, charruas muitas e 30 navios mercantes onde se apinhavam 15 mil homens – tantos que uma praga de piolhos obrigou quase todos a raspar suas cabeças. Inclusive Carlota Joaquina, que desceu no cais de Salvador com um exótico turbante, logo convertido em moda pela população local.

A ironia, nessa invasão determinada por Napoleão, é que toda a Corte portuguesa tentava imitar os modismos franceses. D. Maria, a Rainha Louca, chegou até a convidar Luis XV para ser padrinho do seu terceiro filho e futuro rei de Portugal, D. João VI. Sem contar que, nos tempos em que ainda tinha um resto de lucidez, contratou o grande chefe Lucas Rigaud para cuidar dos cardápios da realeza.

A culinária portuguesa mudou, com ele e alguns de seus discípulos – entre os quais José da Cruz Alvarenga, que veio a ser cozinheiro da família real no Brasil. Costumes foram aos poucos, se consolidando, primeiro no Rio de Janeiro e depois nas casas-grandes dos engenhos de açúcar. Sem educação, refinamento, nem qualquer resto de orgulho, a burguesia da época passou a copiar servilmente os hábitos franceses daquela nobreza itinerante – na etiqueta, na moda, na decoração, no uso de perfume intenso, na afetação dos gestos, na língua, na dança.

As quadrilhas (quadrille) – trocaram os palácios pelos arraiais de São João, em arrata-pés feitos de anavantús (en avant tous) e anarriêrs (en arrier). Tudo era francês. “Mudava-se até os nomes das coisas para torná-las mais finas”, assim escreveu Mario Sette em Arruar; ainda lembrando poeta que reclamava da situação, em versos:

O trenó hoje é console
Tête-à-tête é canapé
Étagères as prateleiras
Dança à noite é soirée.

Mas em nenhum outro campo essa influência foi tão forte quanto na culinária. “O francesismo invadiu todas as mesas”, reconheceu Gilberto Freyre. Passamos a organizar essa mesa com mais refinamento, usando cristais Baccarat ou São Luís, porcelanas da Companhia das Índias e prataria em geral – bandejas, bules, conchas, paliteiros, talheres, salvas. Começamos a usar o “serviço à francesa”, bem mais formal, com cada convidado sendo servido individualmente.

Quase sempre à la clochette, com sininho para chamar os serviçais. O próprio anúncio das refeições era feito em francês: “Madame, est servie” (está servido). Conhecemos também um novo horário de refeições, mais semelhante ao de hoje – reproduzindo aquele sagrado em Paris, ao tempo da Revolução Francesa, por conveniência dos deputados que participavam da Assembleia Nacional Constituinte; dado que suas sessões iam das 12:00 às 18:00, um horário nada compatível com os hábitos da época – em que a primeira refeição (o almoço) era servido bem cedo, e a segunda (o jantar) no meio do dia. Mais tarde, aos primeiros meses da República, e os brasileiros nas ruas cantariam a Marselhesa.

Nessa reprodução de hábitos franceses, aprendemos também a valorizar temperos e saladas; a preparar fondues, omeletes, souflés, molhos (bearnaise, béchamel, véloutes), sopas (bouillabaisse, onion), caldos (consommé), entradas (croquete, patê, vol-au-vent), carnes (à Chateaubriand, au poivre, à Rossine, Stroganov).

Galinha também; ao vinho (coq au vin) ou de cabidela – que, longe de ser portuguesa (como pensam muitos), é receita genuinamente francesa, a partir de técnica usada para preparar a Poulet en barbouille. Mais pães de todo tipo – baguette, croissant, brioche. E aquele da terra – duro, pesado e seco – que trocou a farinha de milho pela de trigo, ficando bem mais tenro, de miolo branco e casca dourada, já largamente usado em toda a Europa. No Brasil, e só aqui, ganhou o nome de pão francês.

Incorporamos também o hábito dos acompanhamentos junto ao prato principal – puré de batatas , dauphine, duchesse, sauté. Até a receita inglesa de batata frita, na França conhecida como pommes frites, aqui virou “fritas francesas”. Também incorporamos o hábito da sobremesa, ao final da refeição – usando chantilly, crème brullée, crepes, éclair, mousses, pavês, profiterolles, poire (pêra) belle hélène, sobert.

Sem contar que nos convertemos em grandes apreciadores de queijos e vinhos em geral. Inclusive um que Dom Pérignon (1668-1715) descobriu por acaso, na Abadia de Hautvillers, após o que convidou seus colegas monges:“Venham todos! Depressa! Venham! Estou bebendo estrelas” – um espumante logo conhecido pelo nome da própria região em que era produzido, o champagne.

Com os franceses aprendemos, ainda, a valorizar os alimentos das Américas que, levados à Europa, no início eram destinados apenas a animais e escravos – batata, cacau, milho, tomate. Só depois e aos poucos, graças a eles, recebendo o valor que merecem. Mas a esses franceses devemos também, e sobretudo, a consciência de que a mesa deve ser sempre um espaço de alegria; momento para celebrar, com os amigos, a epifania gloriosa da vida.

Fonte: www.folhape.com.br.

Francês para gastronomia: como estudar?

Falar que a gastronomia francesa é uma das melhores do mundo é simplesmente indiscutível.

Por isso, torna-se inevitável nos lembrar das relíquias alimentares da França que fazem dela a melhor cozinha do mundo. Veja bem, um país que consegue codificar 297 formas de preparar o ovo, com mais de 125 tipos de omelete, faz a história da gastronomia, não é mesmo?

Mas, vamos lá. A origem da cozinha francesa está na Idade Média. Época em que o alimento se baseava nos cereais, assim, o pão torna-se o alimento principal, consumido na ceia, junto ao vinho.

A História das Mentalidades nos informa que o hábito de comer deitado, como os romanos, é substituído pelo hábito de comer sentado, não somente pela mudança de costumes e época, mas para outra cultura, como a França medieval, que priorizava o corte das carnes.

A gastronomia francesa já era referência na Renascença, quando é impresso Le Viandier, primeiro livro de culinária francesa, cuja influência medieval é muito forte. De lá pra cá, ocorreram muitas transformações na gastronomia como um todo, mas a francesa, permanece atual, servindo de estímulo para a cozinha mundial.

Pronúncia e vocabulário: dicas de estudos

Ai se pronuncia e, então, plaisir você pronuncia plesir.

Au se pronuncia o, então, au revoir você pronuncia orrevoar.

Eau se proncuncia ô, então, beau você pronuncia bô. Il est beau.

Agora, aux e eaux se pronuncia o, então Bordeauxe você pronuncia bordô.

O aux é também plural de várias palavras masculinas, como chevaux.

Atenção ao o+i que juntos se pronuncia ao, então pourquoi você pronuncia purquoa. Da mesma forma, moi você pronuncia moá.

Veja se com essas dicas você consegue pronunciar os nomes de alguns destes alimentos.

  • la boulette de viande: almôndega
  • la viande hachée: carne moída
  • le lapin: coelho
  • une lentille: lentilha
  • la sauce: tomate molho de tomate
  • la purée de pommes de terre: purê de batatas
  • le chou-fleur: couve-flor
  • l’eau minérale (plate/gazeuse): água mineral (sem/com gás)

Curso de Francês

Quem não se lembra dos comensais satisfeitos que deixam o passado de lado, se dão as mãos e entram em perfeita harmonia depois do jantar maravilhoso em A festa de Babette, ou o sonho em ser confeiteira da tímida e meiga Angélique, em Romântico Anônimos. E Hortense Laborie, única mulher na cozinha do palácio do Elysée, em Os sabores do Palácio.

Se você, profissional ou amador, que ama cozinha francesa e quer, além de preparar pratos franceses sofisticados, saber pronunciar bem o nome de cada um, o francês na gastronomia da Ateneo Idiomas vai te ajudar.

Para quem conhece técnicas de corte como julienne, brunoise e concassé, o conceito de organização mise en place, nome de entradas como hors-d’oeuvre, passando por um atraente vinho, por exemplo o Chateau Pape Clement Grand Cru Classe, a alguns pratos principais como Confit de canard e o magret de canard e finalizando com uma sobremesa inesquecível como Millefeuilles, é importante saber falar bem.

Mas, você sabe pronunciar todos esses nomes corretamente? Ainda não?

Então venha para Ateneo Idiomas e faça o curso de Francês aqui.

Curso de francês para leigos

Aux armes, citoyens

Formez vos bataillons

Marchez, marchez!

Qu’un sang impur

Abreuve nos sillons!

(La Marseillaise)

As línguas românicas são a continuação do latim vulgar. Isso porque havia uma distinção da forma clássica falada pelas classes superiores romanas, como, por exemplo, a do orador romano, Cícero. Hoje, as línguas românicas são representadas pelos seguintes idiomas: português, espanhol (castelhano), italiano, francês e romeno.

A língua francesa teve sua origem com os primeiros habitantes da França, os gauleses que formavam as populações celtas que habitava a Gália; território que corresponde hoje à França, à Bélgica e à Itália. Depois da conquista do território por Júlio César, no século I a.C., os gauleses abandonaram a língua celta e adotaram o idioma das legiões romanas, o latim vulgar.

Tempos depois, o francês, já é língua oficial e, portanto, torna-se obrigatória para a redação de textos jurídicos, como também, a Bíblia recebe tradução francesa. Daí pra frente, o francês supera o latim e torna-se a língua da diplomacia. Hoje o francês tem cerca de 74 milhões de falantes nativos, é língua oficial em 28 países é o 11° idioma mais falado no mundo.

As dificuldades do idioma francês

Para muitas pessoas, só falar em aprender francês, elas já pensam que é difícil e para falar corretamente o idioma têm de fazer “biquinho”, que exige que vários músculos da face sejam trabalhados, o “rrr” na garganta, que se pode traduzir como um pigarro, os acentos e as consoantes duplas.

Mas não é bem assim. Algumas palavras do português são muito próximas ao francês, uma vez que as duas têm a mesma origem: são línguas românicas. Daí os galicismos que são as palavras em francês que entraram no português, sendo aceitos e usados com frequência em diversos contextos.

Por exemplo, os galicismos mais comuns, como bustiê (de bustier); chique (de chic); crochê (de crochet); echarpe (de écharpe); se incorporaram ao nosso idioma. Isso ocorreu pela influência que o Brasil recebeu da França, tanto na cultura como na literatura.

Dicas de estudo

A principal dica é sempre escutar muita música em francês. Além de ser uma delícia cantar, é uma oportunidade para conhecer a cultura francesa. Outra coisa, em muitas músicas há sempre um refrão, isso permite que você faça repetições e assimile melhor o vocabulário.

Toda palavra nova ou toda palavra que você desconhece, anote-a, busque o seu significado e memorize. Com esse exercício, em pouco tempo, você terá domínio de um bom vocabulário.

Qualquer aprendizagem requer rotina, especialmente a aprendizagem de língua estrangeira. Portanto, separe dia, hora e local, e mantenha a disciplina.

É sempre bom, no estudo de língua estrangeira, como o francês, o treino. Por isso, treine expressões, pronúncia e, principalmente, palavra que exigem mais da pronúncia, ou seja, palavras complicadas.

Curso de francês

Na Ateneo Idiomas, você tem a opção de aulas particulares de francês. Somente você e o professor. Para muitos essa técnica é bastante eficaz. Mas há também aulas de francês em duplas, uma ótima oportunidade para compartilhar conhecimento e tirar dúvidas.

Documentários franceses para assistir nas férias

As férias são um ótimo período para aprender um novo idioma. Pode ser através de cursos de férias, ouvindo músicas ou até mesmo assistindo documentários. Por isso separamos algumas dicas de documentários franceses para você treinar o idioma e aumentar seu vocabulário.

Amanhã

Amanhã é um dos documentários franceses mais aplaudidos em festivais, foi ganhador do César, o Oscar do cinema francês, na categoria de melhor documentário. Segundo o próprio site do documentário, após a publicação de um estudo que anuncia a possibilidade do desaparecimento da humanidade até 2100, Cyril Dion e Mélanie Laurent partiram com uma equipa de quatro pessoas, para investigar em dez países aquilo que poderá provocar esta catástrofe e, sobretudo, como evitá-la. Durante a sua viagem, encontraram pioneiros que reinventaram a agricultura, a energia, e economia, a democracia e a educação. Ao juntarem todas estas iniciativas positivas, eles começam a ver emergir aquele que poderá ser o mundo de amanhã?

Amanhã

Somos Franceses

É um documentário lançado em 2013 que discute a relação dos franceses de origens estrangeiras que não são reconhecidos como cidadãos da França. A partir de questões como discriminação e islamofobia, o documentário revela diversas perspectivas da França atual. Um dos ótimos documentários franceses que conta sobre a identidade nacional do país e a xenofobia vivida diariamente pelos estrangeiros. Em meio aos comentários dos sociólogos Pierre Le Quéau e Alan Grais é possível analisar os conflitos e o preconceito que de tão forte parece ser palpável.

 

Swagger

Ainda sobre a temática do conceito de cidadão francês, esse documentário filma onze adolescentes negros e árabes que estudam num liceu em Aulnay-sous-Bois e que narram a experiência de não serem considerados franceses “de raiz” (de souche)e como é o seu dia a dia, o esforço de se encaixarem e a forma como levam a vida de uma maneira leve e otimista. Retratado como um documentário voltado ao público jovem, Swagger nos brinde com os anseios de uma geração que nasceu em uma França composta por imigrantes de diversos países e com uma mescla de cultura e idiomas.

SWAGGER

Grandes Autores Franceses

Para quem gosta de literatura francesa esse é o documentário perfeito. Esta série de 15 documentários propõe uma viagem fascinante, um passeio emocionante através da descoberta de lugares encantadores e icónicos que inspiraram os mais famosos escritores. Estes lugares – castelos, mansões, casas, estalagens, paisagens, jardins – entraram para sempre na História da Literatura através da genialidade destes grandes autores. São mostrados neste documentário passagem das obras de escritores como Albert Camus, Jean Cocteau, Jean-Paul Sartre Julien Gracq, Mallarmé, Claude Simon, André Malraux, entre muitos outros.

11/09

É sobre o olhar dos irmãos franceses Jules e Gedeon Naudet sobre os atentados de setembro de 2001 e mostra o trabalho da brigada de incêndio de Nova York que fica mais próximo do local onde aconteceu a tragédia. Parte da renda obtida com a venda do documentário foi revertida para o Uniformed Firefighter’s Association Scholarship Fund de Nova York, que garante os estudos dos filhos dos bombeiros mortos na tragédia.

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A história da língua francesa

Apesar de não ser a língua mais falada do mundo, o francês é um idioma presente na vida de habitantes de 47 países em 5 continentes, somando um total de 247 milhões de pessoas falantes nativas.

A história da língua francesa

Além da França, também é língua oficial da Suíça, Bélgica, África norte-ocidental, Guiana Francesa, Haiti, Madagascar, Indochina e parte do Canadá.

As origens

Os gauleses, um povo celta, foram os primeiros a habitarem as terras da França e abandonaram a sua língua de origem assim que Júlia César conquistou o território, adotando o latim popular. Por volta do século VII, as invasões dos povos bárbaros de origem alemã e a adoção de palavras gregas deram origem a um latim modificado.

Com o tempo, a língua já era aceita por grande parte do território hoje conhecido como França, e já era falada por todas as classes sociais, incluindo a nobreza. Com essas modificações cada vez mais recorrentes, devido à mistura de línguas, o francês começava a tomar sua forma.

Em meados do século VI, as modificações já feitas foram traduzidas para o francês antigo, na época chamado romance, e exatamente no século VIII, foi solicitado à igreja, por Carlomagno, o uso da língua local.

Evolução

Duas línguas surgiram durante a Idade Média chamadas langue d’oïl, localizada ao norte do rio Loire, e langue d’oc, exatamente ao sul. A partir de cada uma, vários dialetos tiveram sua origem. Aqueles que surgiram a partir da langue d’oïl eram chamados de  Île-de-France, frâncico, borgonhês e pictavino (Poitou).

Já a langue d’oc, ao sul originou o auvernês, languedociano, bearnês e lemosino, e a língua também foi chamada de provençal, usada por trovadores e poetas da época. Com toda essa evolução, surgiu então o francês moderno, derivado do dialeto Île-de-France.

O francês hoje

A França tornou-se o país mais visitado do mundo, e sua capital, Paris, recebe milhares de turistas durante o ano todo. Surgiu então, o interesse de se aprender francês. O idioma é o terceiro mais ensinado no mundo, ficando atrás somente do inglês e espanhol.

Para aqueles que gostam de viajar, uma boa fluência pode ser muito útil para uma comunicação melhor no mundo todo. Pois certamente, fora do Brasil, você encontrará muitas pessoas que não falam inglês nem espanhol, mas falam o francês por ser sua língua nativa, ou segunda língua.

Antigamente, no ensino brasileiro, a língua francesa era obrigatória e fazia parte de todas as grades curriculares, se tornando uma disciplina ensinada entre a 1ª e 4ª série. Com o passar dos anos, foi substituída pelo inglês.

Ao todo, no mundo inteiro, a língua é falada por aproximadamente 500 milhões de pessoas. Por ser um país com grande influência gastronômica, cultural, artística, tecnológica e educacional, o idioma entrou para as línguas oficiais da ONU, Olimpíadas e UNESCO.

Além da inclusão social, o francês também tem grande importância no mercado de trabalho, possibilitando acesso ao Canadá, países da África, entre outros.

Dessa forma, podemos ver que a língua tem grande influência mundialmente, tanto nos tempos passados, como nos tempos modernos.

4 maneiras de praticar sua pronúncia em francês

O idioma francês é falado em mais de 50 países nos 5 continentes. São exemplos da cultura francesa grandes nomes como Gustave Flaubert e Simone de Beauvoir.

4 maneiras de praticar sua pronúncia em francês

Gustave Flaubert foi um escritor que marcou a literatura francesa por conta de seu senso de realidade e sua força de estilo na escrita. Os mais conhecidos e importantes romances de Flaubert são “L’Éducation sentimentale” e o famoso “Madame Bovary”.

Simone de Beauvoir foi escritora, filósofa integrante do movimento existencialista e ícone do feminismo. Beauvoir escreveu diversos livros filosóficos e ensaios, entre eles estão “A cerimônia do adeus” e o renomado “O segundo sexo”.

Há várias razões pelas quais as pessoas se apaixonam pela língua francesa, além de ser considerada “La langue de l’amour” (a língua do amor), o francês é a língua da cultura, dos negócios, do lazer e das viagens. Dessa forma, percebe-se a importância da língua francesa, que abre portas para o mundo.

Pensando nessa importância, a Ateneo Idiomas elencou 4 dicas para você praticar sua pronuncia em francês. Confira a seguir!

4 dicas para praticar a pronuncia em francês

  • Dica 1 – Deixe o seu ouvido imerso no francês

Deixe o seu ouvido imerso no francês. Não precisa ser de uma forma cansativa, você pode fazer isso de uma maneira agradável. Por exemplo, dedique 20 ou 30 minutos do seu dia para assistir um trecho de filme ou seriado que você gosta, ou ainda, ouvir músicas francesas.

Dessa forma, ao treinar o seu ouvido, você aperfeiçoa a pronuncia em francês.

  • Dica 2 – Grave e ouça a sua voz

Utilize o gravador do seu celular ou o microfone do seu computador para gravar a sua pronúncia. Ao ouvir a própria pronúncia, verifique se a mesma está correta.

Há muitos sites na internet que disponibiliza a pronúncia correta de palavras francesas, assim, se houver algum erro na sua pronúncia, você tem a oportunidade de corrigir.

  • Dica 3 – Treine a pronúncia de vogais e seus grupos

Para você adquirir a pronúncia correta do francês, dedique alguns minutos para treinar a pronúncia de vogais em francês e as variadas associações delas.

  • Dica 4 – Amplie o seu vocabulário

Aprenda dez palavras em francês todos os dias. Assim, em seis meses você terá uma pronúncia fluente. Tem interesse em estudar francês? A Ateneo Idiomas oferece um excelente curso de francês, com aulas particulares e em pequenos grupos. Venha conferir!

Diferentes formas de fazer uma saudação em Francês

Surgiu uma oportunidade de viajar até o país do Iluminismo e sente-se inseguro (a) sobre como se procede os cumprimentos em Francês e quais as formas de se realizar uma saudação nas relações sociais?

Diferentes formas de fazer uma saudação em Francês

Não se preocupe mais! Neste artigo, elencamos diferentes formas de fazer uma saudação em Francês para que você saiba exatamente o que dizer durante as variadas situações que surgirão durante sua estadia na França, confira!

Exemplos de cumprimentos em Francês

Quando encontramos colegas de trabalho, parceiros comerciais, amigos e conhecidos, familiares ou acabamos de conhecer alguém, é de praxe realizarmos algumas saudações e cumprimentos, que variam de acordo com a situação, indo desde aqueles com características mais formais como “olá, como vai o senhor? “, até aqueles mais informais, como “E aí, beleza? ”.

Veja como são feitas algumas estas saudações e cumprimentos no idioma Francês a seguir:

  • Bonjour : Bom dia
  • Ça va ? : Tudo bem?
  • Comment allez-vous ? : Como vai você? / Como você está?
  • Bonsoir : Boa noite
  • Salut ! : Olá!
  • Excusez-moi : Desculpe ou Com licença (modo formal)
  • Excuse-moi : Desculpe ou Com licença (modo informal)
  • S’il vous plaît : Por favor (modo formal)
  • S’il te plaît : Por favor (modo informal)
  • Merci : Obrigado(a)
  • De rien : De nada

Em quais situações devo usar os cumprimentos

Os cumprimentos em Francês devem ser usados nas mais variadas situações. Por exemplo, ao chegar em uma reunião de negócios e ter a necessidade de confirmar se de fato, aquele é o local da reunião, ao dirigir-se até a recepção do local, é interessante utilizar a frase “Excusez-moi”, ao interlocutor.

Para estabelecer um diálogo com as outras pessoas, pode perguntar como ela está “Comment allez-vous ?”, utilizando antes ainda a palavra  “Salut !”.

Ao se despedir de encontros e reuniões no período da tarde, usa-se o “Bon après-midi”(Boa tarde). Outras formas de despedidas em Francês são:

  • À bientôt : Até logo
  • À tout à l’heure : até breve
  • À plus tard : até mais tarde
  • À tout de suite : até mais ou até já

Que outras formas de cumprimento em Francês você costuma utilizar? Conte para nós!

Aproveite e aprofunde-se no idioma Francês com o curso de Francês da Ateneo Idiomas, um dos mais eficientes e sem dúvidas, diversificados do mercado.

Tempos verbais em francês (Parte 1)

É comum que algumas pessoas costumem atribuir ao idioma francês certa dificuldade de aprendizagem, segundo elas, devido ao idioma ser “ cheio de verbos”.

Será mesmo verdade?

Os tempos verbais em francês são de suma importância para que o conhecimento e desenvoltura na língua mãe de escritores consagrados da literatura mundial, como Balzac, Flaubert, Sartre, Rimbaud, Simone de Beauvoir e tantos outros (as), se torne mais ampla e facilitada.

Tempos verbais em francês (Parte 1)

Pensando nisso, listamos a seguir os tempos verbais em francês, com explicações práticas e simples, além é claro, de alguns exemplos para melhor fixação da aprendizagem, confira!

Tempos verbais: listagem com explicação prática

Quando falamos em tempos verbais em francês, devemos nos ater nos seguintes modos verbais:

  • L’indicatif (o indicativo)
  • Le subjonctif (o subjuntivo)
  • Le conditionnel (o condicional)
  • L’impératif (o imperativo)
  • L’infinitif (o infinitivo)
  • Le participe (o particípio)

 

  • L’indicatif

Neste modo expressamos uma ação, tanto uma ação passada, presente, quanto uma realidade futura.

Neste contexto, temos seguintes tempos verbais em francês:

Le présent (o presente)

Exemplo: Tu parles français (Você fala francês)

Le passé composé (pretérito perfeito composto)

Exemplo: Tu as parle français (Você falou francês)

Le passé simple (pretérito perfeito simples)

Observação: este tempo é usado somente na escrita culta e literatura;

Exemplo: Tu parlas français (Você falou francês)

Le passé antérieur (pretérito mais-que-perfeito anterior)

Observação: este tempo também é usado somente na escrita culta e literatura;

Exemplo: Tu eus parle français  (Você tivera/ haverá falado francês)

L’imparfait (pretérito imperfeito)

Exemplo: Tu parlais français  (Você falava francês)

Le plus-que-parfait (pretérito mais-que-perfeito composto)

Exemplo: Tu avais parle français  (você tinha falado francês)

Le futur simple (futuro do presente simples)

Exemplo: Tu parleras français (você falará francês)

Le futur antérieur (futuro do presente composto)

Tu auras parle français (Você terá falado francês)

  • Le subjonctif:

Já o modo subjuntivo extrapola os limites da ação atual, sendo que os tempos verbais no modo subjuntivo imparfait, passé e plus-que-parfait quasa não são usados na linguagem oral, porém, marcam presença na linguagem culta literária, por exemplo.

Neste contexto, temos seguintes tempos verbais em francês:

Le subjonctif présent (subjuntivo presente)

Exemplo: Il faut que tu parles français (É preciso que você fale français)

Le subjonctif imparfait (subjuntivo pretérito imperfeito)

Exemplo: Il fallait que tu parlasses français(Era preciso que você falasse francês)

Não perca a sequência deste post, onde abordaremos os demais tempos verbais em francês. Aproveite a chance e conheça o curso de Língua Francesa oferecido pela Ateneo Idiomas!