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Fevereiro: 2 anos Ateneo Idiomas

É isso aí pessoal!
A Ateneo está comemorando 2 anos e não faltam motivos de orgulho e para estar cada vez mais motivados para seguir adiante.

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Vitória diária
Nossa vitória diária é sem dúvida a mais significante: que cada dia nossos alunos dão um passo a mais rumo ao sonho de falar, escrever, ler e escutar em outro idioma! É muito bom poder ver cada aluno conquistar seus objetivos com aulas personalizadas e focadas especialmente nos seus objetivos e na sua forma de aprender.

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Aprovados
O segundo motivo de imensa alegria são os alunos aprovados nas mais diversas provas e certificados: esse ano vários estudantes vão viver a emoção do primeiro intercâmbio, graças a enorme aprovação nos certificados de idiomas exigidos pelos programas Ciência sem Fronteiras, Minas Mundi e Escala Estudantil da UFMG e nos programas de intercâmbio da FUMEC. Outra parte dos alunos vão poder fazer mestrado e doutorado já que conseguiram passar na prova de língua instrumental. Essa é sem dúvida nossa melhor recompensa!

Veja todos os posts do nosso blog sobre os aprovados aqui.

Galeria Ateneo
Não podemos deixar de mencionar o projeto de unir em um só lugar Língua e Cultura, e que é o terceiro motivo de satisfação: a Galeria Ateneo, que desde o começo abriu espaço para que artistas de Belo Horizonte possam expor e vender seus trabalhos, trazendo para escola o melhor das artes visuais da cidade. No ano de 2014 contamos com o trabalho da Maria Raquel Bolinho, Rebeca Prado e Rebeca Zocratto e esperamos ter muito mais novidades em 2015. Da Rebeca Zocratto destacamos a exposição “”Calção: corpo aberto no espaço: ilustrações de eterno flerte com o Rio de Janeiro” que trouxe todo o calor carioca para os corredores da escola!

Para 2015
Como caminhar para frente é sempre repensar o passado e projetar o futuro, temos grandes projetos para 2015 que já estão em marcha e que queremos compartilhar com vocês:
Inglês
A partir desse ano vamos adotar novo material didático: Global English, da editora MacMillan, por uma série de motivos. Para começar, o Global é um livro feito para adultos, é um material extremamente sofisticado, pensando para trazer verdadeira experiência cultural, desenvolver o pensamento critico do aluno e trabalha a gramática de forma indutiva. Cada unidade apresenta fragmentos de material literário autêntico, despertando no aluno o interesse por literatura em língua estrangeira e trazendo ótimas dicas de leitura e cinema para adultos. Estamos muito empolgados com essa troca e atentos ao feedback dos nossos alunos. =)

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Estúdio
Tcham tcham tcham! Essa é a nossa maior surpresa até agora! Vamos ter um estúdio de filmagem na Ateneo! O nosso objetivo com isso?? Poder gravar aulas de espanhol, italiano e português e disponibilizar no Youtube, grátis!!! Não queremos e não podemos limitar o conhecimento às nossas lindas paredes enfeitadas de quadros da Ateneo! Um dos nossos lemas é que o conhecimento só é real quando compartilhado! Não pode estudar uma língua estrangeira agora? Está sem dinheiro? Comece a seguir o nosso canal no Youtube e aprenda sozinho, em casa, sem custo! Gostou dessa novidade? Ainda tem mais! Queremos ser referência em aulas à distância e poder dar aulas para todo o mundo diretamente aqui da Ateneo.

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Melhor dos 2 mundos
Esse é o resultado de uma escola que junta o melhor dos dois mundos: trabalhamos com aulas particulares com a estrutura de uma escola de idiomas, com proposta pedagógica séria, professores selecionados à dedo, encontro entre Língua, Cultura e Tecnologia para que o seu resultado seja o melhor possível!
Feliz aniversário Ateneo!

Que venham muitos e muitos anos mais!!
Bem-vindo 2015!!!

Flávia Leite e Lucas Goulart

Co-fundadores Ateneo Idiomas

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Flávia e Lucas

 

Conheça os professores: Raquel Ziller

Nesta semana, apresentamos para vocês a professora de inglês, Raquel Ziller.

Professora raquelQuais são as suas principais dicas para um estudante inicial de inglês?

A principal dica para um estudante de inglês, independentemente do nível, é aproveitar que você pode ter contanto com a língua inglesa em qualquer canto. Seja assistindo filmes, ouvindo música ou mesmo na internet, o inglês é inevitável e os alunos podem tirar proveito disso. Quanto maior o contato com a língua, maior será o conteúdo absorvido. Alunos iniciantes em questão não devem ter medo de errar, devem sim aprender com cada erro e seguir em frente.

Você tem dicas de algum site de entretenimento em inglês?

O YouTube é sempre uma boa opção por conter diversos vídeos virais falado em inglês e outros idiomas. O Netflix (olha a propaganda…) também proporciona um bom entretenimento para quem gosta de filmes e seriados. O BuzzFeed.com também é garantia de risadas com suas listas e quizzes incomuns. Na área do aprendizado mais direto, o LearnEnglish (http://learnenglish.britishcouncil.org/en/) do British Council é muito bom.

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Se fosse viver em algum outro país, qual seria?

Sempre quis voltar pro Canadá, mas sei que iria de bom grado para vários países, como a Inglaterra, Estados Unidos e Austrália. Basicamente, o único pré-requisito é que seja um país de língua inglesa.

Como foi a sua experiência de viver no Canadá?

Viver no Canadá foi incrível, uma das melhores experiências da minha vida. Conhecer outra cultura e fazer parte dela é algo que todos deviam fazer. Enriquece a alma e aumenta consideravelmente os seus horizontes. Ter a oportunidade de morar no Canadá mudou minha vida para melhor, pois consegui melhorar bem o meu inglês, conheci pessoas maravilhosas de vários países, aprendi a dar aula de TOEFL e ainda tive um trabalho muito legal numa loja de aluguel de bicicletas. Faltam palavras pra descrever o quanto gostei de morar lá e o quanto sinto falta.

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Você já viveu alguma situação inusitada durante a sua carreira?

Bom, vez ou outra algo inusitado acontece… Uma das mais inusitadas foi quando um aluno entrou na escola e perguntou se era ali que ele havia feito matrícula. Ao constatar que ele não era aluno daquela escola, eis a pergunta do cidadão: “Vocês sabem onde me matriculei???”.

Além de inglês, você fala outros idiomas?

Desde criança, sempre quis aprender idiomas, Queria ter aulas de inglês e alemão. O inglês eu convenci meus pais e aprendi na infância, já o alemão eu aprendi na faculdade. E recentemente comecei a estudar italiano e francês. A próxima língua que tenho muita vontade de aprender é russo (não me pergunte o porquê…).

Você tem preferencia por algum método de ensino?

Acredito que todos alunos são diferentes e são necessários diferentes métodos para ensiná-los. Não tenho um método preferido, mas uso com frequência os interativos e evito traduções quando possível, tentando fazer o aluno entender pelo contexto, desenhos e até mímica se for preciso. Tento força-los a pensar no idioma que estão aprendendo e não a ficar apenas traduzindo.

Como você aprimora o seu inglês atualmente?

Do jeito mais divertido possível: assistindo filmes, seriados, ouvindo música, vendo vídeos, lendo, jogando vídeo game e conversando com amigos em inglês, seja oral ou escrito. O mais importante pra mim é manter um contato direto com a língua, praticando todo dia para não “enferrujar”,

Conheça os professores: Rebeca Prado

Semana passada, apresentamos o professor Lucas Goulart. Agora é a vez de conhecer a professora de desenho, Rebeca Prado.

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Como você começou a desenhar?

Nossa, acho que comecei como todo mundo, no pré, com a “tia” dando giz de cera pra desenhar. Depois de alguns anos, percebi que era uma atividade que eu gostava e me dedicava. Daí fui praticando, tomando gosto e nunca mais parei.

Quais os tipos de desenho você faz?

Eu trabalho com ilustração, design de personagem e quadrinhos. É um traço mais puxado para o cartoon mesmo!

Quais são as suas inspirações para desenhar?

Tenho várias! As inspirações variam dependendo da época. De uns tempos pra cá tenho gostado muito dos trabalhos da Julia Bax, Jill Thompson, Skottie Young, Scott Campbell, ilustradores independentes e muitos outros.

Julia Bax

Julia Bax

Jill Thompson

Jill Thompson

Skottie Young

Skottie Young

Scott Campbell

Scott Campbell

Adoro me inspirar nos concepts de filmes de animação, em revistas como a Zupi e a Computer Arts, em alguns jogos e em arte de rua.

Computer Arts e Zupi

Computer Arts e Zupi

Existe algum personagem que você gosta de desenhar mais que os outros? Se sim, por quê?

Eu trato todos os meus personagens como meus filhos! A gente não pode ter filho favorito, né? Se pudesse, acho que eu escolheria meus piratas.

Como funcionam as aulas de desenho individuais?

Na verdade, depende muito do aluno. Primeiro rola uma conversa sobre o que a pessoa quer e do que ela já sabe. Eu passo uma visão geral rápida de tudo e depois foco no que realmente interessa: se é ilustração, personagem, cenário, expressão artística. A pessoa aprende uma base sólida pra ir traçando seu próprio percurso durante as aulas.

Conheça os professores: Lucas Goulart

Flávia Leite foi a primeira professora a ser apresentada. Já nessa semana queremos que você conheça o professor Lucas Goulart.

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Quantos idiomas você domina?

Além do Português, também domino o Inglês e o Italiano, línguas que também leciono. Como todo brasileiro, acho que me viro em espanhol, mas na maior parte das vezes sinto que estou falando italiano com um sotaque diferente.

Qual é o idioma que você mais gosta?

Pergunta difícil. Acho que cada um tem seu charme e seu momento. Pensando em termos poéticos e musicais, cada língua veicula informações de uma maneira diferente. Posso estar falando algo que não tenha nada a ver, mas, dentre as línguas que sei, acho que o inglês valoriza mensagens mais diretas. O italiano é bom para argumentar, discorrer sobre ideias. O português é ótimo para ideias mais abstratas. Mas se a escolha tiver que ser por mera beleza, escolho o crioulo cabo-verdiano, um tipo de variação do português. Para quem fala português é muito gostoso de ouvir, pois é fácil identificar palavras, mas é bem difícil entender exatamente sobre o que se está falando. É como ouvir português sem entende-lo. Recomendo a experiência a qualquer um.

Você já passou por alguma experiência engraçada ao aprender um idioma?

Sim. Mas não foi culpa do idioma. Tentei aprender alemão. Meu professor era um alemão muito boa praça que tinha sido instrutor de mergulho anteriormente. Não precisa dizer mais nada, certo? Talvez ele precisasse ainda de uma despressurização.

Quais programas ou canais no youtube você usa para ensinar/aprender idiomas?

O site youtube.com foi e ainda tem sido de grande importância no meu desenvolvimento como professor e falante de idiomas. Ouvir a língua é sempre um bom treinamento por si só. O que recomendo sempre é que o aluno busque assuntos de interesse próprio.

Um canal muito interessante é o “Tales of mere existence”, que vale para alunos de praticamente qualquer nível, inclusive iniciantes.

Mas há sim alguns canais especializados em idiomas. Para o italiano, recomendo muito o “Sgrammaticando”.

Para inglês, o “American English n’ culture with Philochko” é ótimo: muito divertido e didático e com um approach rapper.

Também recomendo bastante os vídeos da Amy Walker, que fala sobre os diversos tipos de sotaque da língua inglesa.

Qual a sua relação com as artes, de um modo geral?

Tenho uma relação muito intensa com artes em geral. Por enquanto, pratico alguns tipos de arte apenas como hobby, mas espero que em breve isso possa virar trabalho também.

Desenho de Lucas Goulart.

Alguns desenhos de Lucas Goulart.

Conheça os professores: Flávia Leite

Você já se perguntou quem está por trás da escola de idiomas Ateneo Idiomas?

Estamos prontos para revelar para vocês!

Começaremos pela professora Flávia Leite:

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Qual é o idioma que você mais gosta?

Gosto de inglês, mas SOU espanhol. O inglês foi a primeira noção que tive de que há outros mundos, outra cultura, outra gente que não seja minha casa, minha cidade, meu país. Quando era pequena tive uma amiga (dessas amizades best-friend-forever mas que ás vezes acaba…) cuja familia tinha vivido na Inglaterra e ela e sua irmã sempre cantavam a musica do Timão e Pumba do Rei Leão TODA em inglês.

Deixo link com vocês:

Eu achava aquilo maravilhoso, de outro planeta mesmo e pensei: tenho que saber inglês! Comecei a estudar, me dei até bem, aprendi algumas coisas mas foi na Faculdade de Letras da UFMG que conheci a lingua espanhola que é, no fundo, a língua das Américas. Como sempre me identifiquei com “o lado mais fraco da força” (por isso sou meio-atleticana, hahaha) aprendi espanhol muito rápido, com muita curiosidade que veio da verdadeira paixão por tudo que fosse em língua espanhola: filmes, livros, séries, história, geografia, etc. Saber inglês é importante para estar dentro do “mundo” de forma mais ativa e mais abrangente mas saber espanhol é um pouco se posicionar politicamente como latino americano, também.

Quantos idiomas você domina?

Espanhol e um poquito de inglês.

Qual país você gostaria mais de conhecer?

Eu quero visitar todos os países da América Latina logo. Conheço a Argentina, o Uruguai, um poquinho do Paraguai e o México. Em breve quero ir ao Perú e conhecer a Patagônia argentina e chilena. Mas estão na minha mira a Colômbia, a Venezuela e o Equador.

 

Quito - Equador

Quito – Equador

Margarita Island  Venezuela

Margarita Island – Venezuela

Cartagena – Colômbia

Cartagena – Colômbia

Machu Picchu – Perú

Machu Picchu – Perú

Laguna Capri (Parque Nacional Los Glaciares) – Patagônia Argentina

Laguna Capri (Parque Nacional Los Glaciares) – Patagônia Argentina

Rio Exploradores - Patagônia Chilena

Rio Exploradores – Patagônia Chilena

Você já passou por alguma experiência engraçada ao aprender um idioma?

Ah sim, mas foi com o inglês. Estava na minha casa sozinha, vendo Gia, se não me engano o primeiro filme da Angelina Jolie. Como tenho muita curisidade com expressões típicas de cada língua, a personagem de Jolie falou alguma coisa que eu não me lembro mas que na hora eu achei o máximo!

Então pausei o filme e fui no espelho do banheiro do quarto para imitá-la. Fiz a cena e virei muito rápido, tal como fez a atriz, e bati com o dedo midinho na porta do banheiro. Senti aqueeeela dor de quando batemos o dedo mindinho do pé em qualquer coisa e voltei mancando para a cama. Como o quarto estava todo escuro por causa do filme, eu não olhei o meu pé, simplesmente voltei a ver o filme, porém, meu mindinho continuou doendo muuuito. Mas o mindinho quando é batido sempre dói muito e não dei muita bola. Depois de uns 10 minuto decidi levantar o pé um pouquinho para ver se aliviava a dor e quando o pé ficou na frente da televisão vi que o meu dedinho, estava quebrado!!!! Claro que gritei muito!!! Hahaha

Moral da história: pausar filmes para imitar a intonação dos atores é um excelente exercício para melhor pronuncia, intonação e vocabulario, mas não exagere na atuação! hahahaha

Para você, aprender um idioma significa…

Ser um pouco outro. Um pouco ator, um pouco professor, um pouco aluno, um pouco mais estrangeiro.

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